UNESP/HCFMB - Hospital das Clínicas de Botucatu (SP) — Prova 2025
As características típicas do câncer de mama luminal A são:
Câncer de mama Luminal A = ↑ Receptores Hormonais (ER/PR) + ↓ Ki-67.
O subtipo Luminal A é caracterizado pela alta expressão de receptores hormonais (estrogênio e progesterona) e um baixo índice de proliferação celular (Ki-67 < 20%). Este perfil confere um bom prognóstico e alta resposta à terapia endócrina.
O câncer de mama é uma neoplasia heterogênea, classificada em subtipos moleculares que guiam o prognóstico e o tratamento. O subtipo Luminal A é o mais comum, representando cerca de 40-50% dos casos, e é caracterizado por um perfil menos agressivo e melhor prognóstico. A compreensão desses subtipos é fundamental para a prática oncológica e para a escolha terapêutica adequada. A classificação molecular do câncer de mama baseia-se na expressão de receptores hormonais (estrogênio - ER e progesterona - PR), do receptor HER2 e do índice de proliferação celular (Ki-67). O Luminal A distingue-se pela alta expressão de ER e/ou PR, baixa expressão de HER2 (ou ausência) e um baixo índice de Ki-67. Este perfil indica que o tumor é dependente de hormônios para crescer e tem uma taxa de divisão celular mais lenta. O tratamento do câncer de mama Luminal A é predominantemente baseado na terapia endócrina, como tamoxifeno ou inibidores da aromatase, devido à sua alta sensibilidade hormonal. A quimioterapia pode ser considerada em casos selecionados, mas a terapia endócrina é a pedra angular. O prognóstico é geralmente favorável, com altas taxas de sobrevida livre de doença e sobrevida global.
Os principais subtipos são Luminal A, Luminal B, HER2-positivo e Triplo Negativo, cada um com características genéticas e prognósticas distintas.
O Ki-67 é um marcador de proliferação celular; um baixo índice (<20%) no Luminal A indica menor agressividade e melhor prognóstico, sendo crucial para a decisão terapêutica.
Devido à alta expressão de receptores hormonais, o câncer de mama Luminal A é altamente responsivo à terapia endócrina, que é a base do tratamento para este subtipo.
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