HEDA - Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (PI) — Prova 2020
Em relação ao câncer de mama localmente avançado, pode-se afirmar, EXCETO
Câncer de mama localmente avançado (estádio III) → tratamento multimodal com quimioterapia neoadjuvante antes da cirurgia.
O câncer de mama localmente avançado (estádio III) requer uma abordagem terapêutica multimodal, frequentemente iniciando com quimioterapia neoadjuvante para reduzir o tumor e permitir uma cirurgia mais conservadora ou viabilizar a ressecção, seguida por cirurgia e radioterapia. A cirurgia raramente é a primeira opção terapêutica nesse estágio.
O câncer de mama localmente avançado (estádio III) representa um desafio terapêutico significativo, caracterizado por tumores grandes, envolvimento de linfonodos axilares extensos ou invasão da parede torácica/pele. Sua importância clínica reside na necessidade de uma abordagem multidisciplinar e na complexidade do planejamento terapêutico para otimizar os resultados oncológicos e a qualidade de vida da paciente. A fisiopatologia envolve a progressão tumoral além do estágio inicial, mas sem metástases à distância. O diagnóstico é feito por exames de imagem (mamografia, ultrassonografia, ressonância magnética) e confirmado por biópsia (core-biópsia). A suspeita deve surgir em casos de massas palpáveis grandes, alterações cutâneas (pele em casca de laranja, ulceração) ou linfonodos axilares fixos. O tratamento é multimodal e geralmente inicia com terapia sistêmica neoadjuvante (quimioterapia, terapia anti-HER2 ou hormonioterapia) para reduzir o tamanho do tumor e tratar micrometástases. Após a neoadjuvância, realiza-se a cirurgia (mastectomia ou cirurgia conservadora, se possível) e, subsequentemente, radioterapia adjuvante. A cirurgia raramente é a primeira opção terapêutica nesse estágio devido à extensão da doença.
O câncer de mama localmente avançado (estádio III) é caracterizado por tumores grandes, envolvimento extenso de linfonodos axilares ou invasão da parede torácica/pele, mas sem metástases à distância.
A quimioterapia neoadjuvante é fundamental para reduzir o tamanho do tumor, permitindo uma cirurgia mais conservadora, e para tratar micrometástases, melhorando o prognóstico sistêmico.
A cirurgia é realizada após a terapia neoadjuvante, que visa reduzir o tumor. Raramente é a primeira opção terapêutica, sendo seguida por radioterapia adjuvante.
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