Câncer de Intestino Grosso: Incidência no Brasil (INCA 2014)

UFG/HC - Hospital das Clínicas da UFG - Goiânia (GO) — Prova 2016

Enunciado

De acordo com a estimativa de câncer no Brasil, publicada pelo instituto nacional do cancêr (INCA) em 2014, os cânceres do aparelho digestivo de maior incidência foram, respectivamente:

Alternativas

  1. A) Intestino grosso e intestino grosso.
  2. B) Intestino grosso e estômago.
  3. C) Estômago e intestino grosso.
  4. D) Estômago e estômago.

Pérola Clínica

Câncer de intestino grosso é o mais incidente do aparelho digestivo no Brasil (INCA 2014).

Resumo-Chave

De acordo com as estimativas do INCA de 2014, o câncer de intestino grosso (colorretal) é o de maior incidência entre os cânceres do aparelho digestivo no Brasil. Sua alta prevalência justifica a importância de programas de rastreamento e prevenção.

Contexto Educacional

O câncer representa um grave problema de saúde pública no Brasil e no mundo, sendo uma das principais causas de morbimortalidade. O Instituto Nacional de Câncer (INCA) publica anualmente estimativas de incidência de câncer, fornecendo dados cruciais para o planejamento e a execução de ações de prevenção e controle da doença. A compreensão desses dados epidemiológicos é fundamental para estudantes e profissionais de medicina, especialmente para a residência, onde o conhecimento sobre a prevalência das doenças é essencial para a prática clínica e as provas. No contexto dos cânceres do aparelho digestivo, as estimativas do INCA de 2014 (e tendências semelhantes em anos subsequentes) indicam que o câncer de intestino grosso, também conhecido como câncer colorretal, é o de maior incidência. Ele supera outros tipos como o câncer de estômago, que historicamente teve uma alta prevalência, mas cuja incidência tem diminuído em algumas regiões devido a mudanças nos hábitos alimentares e redução da infecção por Helicobacter pylori. A alta incidência do câncer colorretal ressalta a importância de estratégias de prevenção primária (modificação de estilo de vida) e secundária (rastreamento). O rastreamento, geralmente iniciado a partir dos 50 anos em indivíduos sem fatores de risco adicionais, permite a detecção precoce de lesões pré-malignas (pólipos) ou câncer em estágios iniciais, aumentando significativamente as chances de cura. Para a prova de residência, é importante conhecer não apenas a ordem de incidência, mas também os fatores de risco, métodos de rastreamento e princípios gerais de manejo desses tumores.

Perguntas Frequentes

Quais são os fatores de risco para o câncer de intestino grosso?

Os fatores de risco incluem idade avançada, histórico familiar de câncer colorretal, doenças inflamatórias intestinais (Crohn, retocolite ulcerativa), obesidade, sedentarismo, dieta rica em carne vermelha e processados, e consumo de álcool e tabaco.

Qual a importância do rastreamento para o câncer colorretal?

O rastreamento é crucial porque o câncer colorretal frequentemente se desenvolve a partir de pólipos adenomatosos, que podem ser removidos antes de se tornarem malignos. A detecção precoce melhora significativamente o prognóstico.

Quais são os principais métodos de rastreamento para câncer de intestino grosso?

Os principais métodos incluem pesquisa de sangue oculto nas fezes (imunohistoquímica), sigmoidoscopia flexível e colonoscopia. A colonoscopia é considerada o padrão-ouro por permitir a visualização e remoção de lesões.

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