SEMUSA (SMS) Macaé — Prova 2023
Sobre oncologia pediátrica, assinale a alternativa CORRETA conforme as proposições.I. O tipo mais prevalente de câncer na infância é a leucemia, e a mais frequente dentre elas é a leucemia mielóide aguda (LMA). II. São fatores predisponentes para as leucemias: síndrome de Down, síndrome de Li-Fraumeni, exposição à radiação ionizante e ao benzeno. III. O osteossarcoma e o sarcoma de Ewing são os cânceres ósseos mais frequentes na infância e adolescência. IV. O retinoblastoma apresenta-se com a ausência da imagem vermelha, substituída por mancha branca (leucocoria), ao exame da retina, e a dor e o lacrimejamento são também sinais iniciais em todos os quadros. V. Tumor de Wilms é o tumor abdominal maligno mais comum na infância. VI. Na síndrome de Beckwith-Wiedman há maior incidência de tumores abdominais, principalmente do hepatoblastoma.
Leucemia mais comum na infância é LLA; Neuroblastoma é o tumor abdominal mais comum; Retinoblastoma = leucocoria, dor/lacrimejamento são tardios.
A Leucemia Linfoide Aguda (LLA) é o câncer mais prevalente na infância, e não a Leucemia Mieloide Aguda (LMA). O neuroblastoma é o tumor abdominal maligno mais comum em crianças, superando o Tumor de Wilms. No retinoblastoma, a leucocoria é o sinal mais comum, enquanto dor e lacrimejamento são manifestações tardias ou de complicações.
A oncologia pediátrica é uma área complexa e desafiadora, exigindo conhecimento aprofundado sobre a epidemiologia, diagnóstico e tratamento dos diversos tipos de câncer que afetam crianças e adolescentes. As leucemias representam o grupo de cânceres mais prevalente na infância, com a Leucemia Linfoide Aguda (LLA) sendo o subtipo mais comum, diferentemente da Leucemia Mieloide Aguda (LMA), que é mais frequente em adultos. Fatores genéticos, como a Síndrome de Down e a Síndrome de Li-Fraumeni, e ambientais, como a exposição à radiação ionizante e ao benzeno, são reconhecidos como predisponentes para o desenvolvimento de leucemias. Além das leucemias, outros tumores importantes na infância incluem os tumores ósseos, como o osteossarcoma e o sarcoma de Ewing, que são os mais frequentes nessa faixa etária. O retinoblastoma, um tumor ocular maligno, tem como sinal mais característico a leucocoria, ou "olho de gato", enquanto sintomas como dor e lacrimejamento geralmente indicam um estágio mais avançado da doença. No abdome, o neuroblastoma é o tumor maligno mais comum na infância, superando o Tumor de Wilms, que é o tumor renal mais prevalente. Síndromes genéticas como a Síndrome de Beckwith-Wiedemann aumentam o risco de certos tumores abdominais, notadamente o Tumor de Wilms e o hepatoblastoma. Para residentes, é fundamental dominar essas informações para um diagnóstico precoce e manejo adequado, impactando diretamente o prognóstico e a qualidade de vida dos pacientes pediátricos oncológicos.
O tipo de câncer mais comum na infância é a leucemia, sendo a Leucemia Linfoide Aguda (LLA) o subtipo mais frequente, e não a Leucemia Mieloide Aguda (LMA).
Fatores de risco incluem síndromes genéticas como Síndrome de Down e Síndrome de Li-Fraumeni, além de exposição a radiação ionizante e substâncias químicas como o benzeno.
A apresentação mais comum do retinoblastoma é a leucocoria (reflexo pupilar branco). Dor e lacrimejamento são sinais geralmente tardios, indicando doença avançada ou complicações.
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