UERN - Universidade do Estado do Rio Grande do Norte — Prova 2022
Assinale a alternativa que NÃO representa fator de risco para o desenvolvimento do Câncer de esôfago.
Câncer de esôfago: Consumo de líquidos gelados em excesso NÃO é fator de risco comprovado.
Fatores de risco para câncer de esôfago incluem tabagismo, etilismo, DRGE, esôfago de Barrett, acalasia e dietas específicas. É crucial diferenciar fatores comprovados de mitos populares para um diagnóstico e prevenção eficazes.
O câncer de esôfago é uma neoplasia maligna com alta mortalidade, sendo o oitavo câncer mais comum no mundo. Sua incidência varia geograficamente, com o carcinoma espinocelular predominando em regiões asiáticas e o adenocarcinoma em países ocidentais, frequentemente associado ao Esôfago de Barrett. A fisiopatologia envolve a exposição crônica da mucosa esofágica a agentes irritantes ou inflamatórios. Fatores como tabagismo e etilismo são classicamente associados ao carcinoma espinocelular, enquanto a doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) e a obesidade são os principais impulsionadores do adenocarcinoma. A identificação precoce desses fatores é crucial para a prevenção. O manejo do câncer de esôfago é complexo, envolvendo cirurgia, quimioterapia e radioterapia. A prevenção primária, através da modificação de fatores de risco como cessação do tabagismo e controle da DRGE, é fundamental. O rastreamento em pacientes com Esôfago de Barrett é essencial para detectar displasia e carcinoma em estágios iniciais, melhorando o prognóstico.
Os principais fatores incluem tabagismo, consumo excessivo de álcool, doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), esôfago de Barrett, acalasia, obesidade e dietas ricas em carne processada ou deficiências nutricionais.
Não há evidências científicas que comprovem que o consumo de líquidos gelados em excesso seja um fator de risco para o desenvolvimento de câncer de esôfago. Esta é uma crença popular sem base médica.
A esofagite de refluxo crônica pode levar ao Esôfago de Barrett, uma metaplasia intestinal que é uma condição pré-maligna, aumentando significativamente o risco de adenocarcinoma de esôfago.
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