HOS/BOS - Hospital Oftalmológico de Sorocaba - Banco de Olhos (SP) — Prova 2022
O câncer do colo do útero ainda é prevalente na população feminina em nosso meio; embora tenha diminuído significantemente sua incidência mas precisa ainda ser muito conhecido e pesquisado. Em face do exposto, assinale a alternativa correta.
Câncer de colo uterino se propaga por contiguidade, invadindo paramétrios, paracolpos, bexiga e reto.
O câncer de colo do útero, predominantemente causado pelo HPV, tem sua disseminação local por contiguidade, invadindo estruturas adjacentes como os paramétrios, paracolpos, bexiga e reto, o que é crucial para o estadiamento clínico e planejamento terapêutico.
O câncer de colo do útero, embora com incidência decrescente devido aos programas de rastreamento, ainda representa um desafio significativo na saúde pública. A maioria dos casos é causada pela infecção persistente por tipos oncogênicos do Papilomavírus Humano (HPV). O tipo histológico mais comum é o carcinoma epidermoide (espinocelular), responsável por cerca de 80% dos casos, enquanto o adenocarcinoma, que tem origem nas células glandulares, é menos frequente. A propagação do câncer de colo do útero ocorre principalmente por contiguidade, invadindo estruturas pélvicas adjacentes. Isso inclui os paramétrios (tecido conjuntivo que circunda o útero), os paracolpos (tecidos ao redor da vagina), a bexiga e o reto. A compreensão dessa disseminação é crucial para o estadiamento clínico da doença, que orienta a escolha do tratamento, seja cirurgia, radioterapia ou quimioterapia. O diagnóstico precoce é feito através da citologia oncótica (Papanicolau) e confirmado por colposcopia e biópsia dirigida. O prognóstico está diretamente relacionado ao estadiamento da doença no momento do diagnóstico, sendo que lesões menos diferenciadas geralmente indicam um comportamento mais agressivo e um pior prognóstico.
O tipo histológico mais comum de câncer de colo do útero é o carcinoma epidermoide (espinocelular), respondendo por cerca de 80% dos casos, enquanto o adenocarcinoma é menos frequente.
O câncer de colo do útero se propaga localmente por contiguidade, invadindo tecidos e órgãos adjacentes como os paramétrios, paracolpos, bexiga e reto, o que define o estadiamento da doença.
A colposcopia é fundamental para identificar lesões suspeitas no colo do útero e guiar biópsias dirigidas, sendo um passo essencial após um resultado alterado na citologia oncótica para confirmar o diagnóstico.
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