Campanha Vacinal 2018: Poliomielite e Sarampo em Foco

Santa Casa de Ribeirão Preto (SP) — Prova 2019

Enunciado

A recente campanha vacinal realizada pelo Ministério da Saúde, entre 6 e 31 de agosto de 2018, teve como objetivo:

Alternativas

  1. A) Completar o esquema de duas doses da vacina tríplice viral nas crianças com esquema vacinal incompleto e realizar dose de vacina oral contra poliomielite, independentemente da situação vacinal das crianças, com o objetivo de reduzir a possibilidade de retorno da poliomielite e a reemergência da rubéola. 
  2. B) Completar o esquema de duas doses da vacina tríplice viral nas crianças com esquema vacinal incompleto e realizar dose de vacina oral contra poliomielite, independentemente da situação vacinal das crianças, com objetivo de reduzir a possibilidade de retorno da poliomielite, e a reemergência do sarampo. 
  3. C) Realizar uma dose da vacina tríplice viral e uma dose de vacina oral contra poliomielite, independentemente da situação vacinal das crianças entre 0 e 5 anos de idade, com o objetivo de reduzir a possibilidade de retorno da poliomielite e a reemergência da rubéola. 
  4. D) Realizar uma dose da vacina tríplice viral e uma dose de vacina oral contra poliomielite, independentemente da situação vacinal das crianças entre 1 e 5 anos de idade, com o objetivo de reduzir a possibilidade de retorno da poliomielite e a reemergência do sarampo. 

Pérola Clínica

Campanha vacinal 2018 (1-5 anos) → VOP + Tríplice Viral (independente do esquema) para poliomielite e sarampo.

Resumo-Chave

A campanha de vacinação de 2018 do Ministério da Saúde focou em crianças de 1 a 5 anos, administrando uma dose de vacina oral contra poliomielite (VOP) e uma dose de vacina tríplice viral (sarampo, caxumba, rubéola), independentemente do esquema vacinal prévio. O objetivo principal era reforçar a proteção contra a poliomielite e conter a reemergência do sarampo no país.

Contexto Educacional

As campanhas nacionais de vacinação são estratégias cruciais de saúde pública para aumentar rapidamente a cobertura vacinal e controlar ou erradicar doenças infecciosas. A campanha de agosto de 2018, promovida pelo Ministério da Saúde, teve como foco principal a proteção de crianças contra a poliomielite e o sarampo, doenças com potencial de reemergência e impacto significativo na saúde pública. O objetivo da campanha era administrar uma dose da vacina oral contra poliomielite (VOP) e uma dose da vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) para crianças de 1 a 5 anos de idade, independentemente de seu status vacinal anterior. Essa estratégia de "dose extra" visava reforçar a imunidade coletiva e individual, especialmente diante da reemergência do sarampo em algumas regiões do país e da necessidade de manter o Brasil livre da poliomielite. A compreensão dos objetivos e do público-alvo dessas campanhas é fundamental para profissionais de saúde, pois reflete as prioridades epidemiológicas e as estratégias de controle de doenças. A manutenção de altas coberturas vacinais é essencial para a prevenção de surtos e para a proteção da população, especialmente as crianças, contra doenças imunopreveníveis.

Perguntas Frequentes

Qual a importância da vacina oral contra poliomielite (VOP)?

A VOP é crucial para a erradicação da poliomielite, pois, além de proteger o indivíduo, induz imunidade intestinal que impede a replicação do vírus selvagem e sua transmissão, contribuindo para a imunidade de rebanho.

Por que houve uma campanha de vacinação contra o sarampo em 2018?

A campanha de 2018 foi uma resposta à reemergência do sarampo no Brasil, com surtos em diversos estados. O objetivo era aumentar rapidamente a cobertura vacinal para conter a disseminação do vírus e proteger a população mais vulnerável.

Qual a diferença entre VOP e VIP na vacinação contra poliomielite?

A VOP (oral) contém vírus atenuados e induz imunidade intestinal, sendo importante para a erradicação. A VIP (injetável) contém vírus inativados, induzindo imunidade sistêmica e é usada nas primeiras doses do esquema vacinal para reduzir o risco de paralisia associada à vacina.

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