UFMT Revalida - Universidade Federal de Mato Grosso — Prova 2023
Adolescente, 12 anos, sexo feminino, acompanhada pela mãe para atualização vacinal. Paciente nasceu na Venezuela e há 2 anos se mudou para o Brasil com os pais e 2 irmãos. A mãe conta que não possui qualquer comprovação vacinal do país de origem. Nega comorbidades e doenças prévias ou alergias conhecidas. Diante do exposto, qual o melhor esquema vacinal a ser proposto para a paciente, considerando sua idade e a ausência de comprovação vacinal prévia, segundo o PNI-MS?
Adolescente sem comprovante vacinal → seguir PNI para idade, completando esquema básico e específico.
Em adolescentes sem comprovação vacinal, o PNI recomenda considerar o indivíduo como não vacinado e iniciar ou completar os esquemas vacinais de acordo com a idade. Para uma menina de 12 anos, isso inclui vacinas como Hepatite B, dT, Tríplice Viral, Febre Amarela, HPV e ACWY, seguindo o número de doses e intervalos preconizados.
A vacinação é uma das intervenções de saúde pública mais eficazes, e o Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde estabelece as diretrizes para a vacinação no Brasil. Para adolescentes, especialmente aqueles sem comprovação vacinal, é crucial seguir o calendário de vacinação de resgate, que visa garantir a proteção contra doenças imunopreveníveis, considerando-os como não vacinados. No caso de uma adolescente de 12 anos sem histórico vacinal, o PNI preconiza um esquema completo que inclui: Hepatite B (3 doses), dT (difteria e tétano, 3 doses), Tríplice Viral (sarampo, caxumba e rubéola, 2 doses), Febre Amarela (dose única, se residente em área de risco ou viajante), HPV (papilomavírus humano, 2 doses) e ACWY (meningocócica conjugada, dose única). A ordem e os intervalos entre as doses devem ser rigorosamente seguidos para garantir a eficácia da imunização. A ausência de comprovação vacinal é uma situação comum, especialmente em populações migrantes. Nesses casos, a abordagem deve ser proativa, oferecendo o esquema vacinal completo conforme a idade, sem a necessidade de sorologias pré-vacinais, salvo exceções específicas. A atualização vacinal na adolescência é fundamental não apenas para a proteção individual, mas também para a saúde coletiva, contribuindo para a redução da circulação de patógenos e a prevenção de surtos.
A conduta é considerar o adolescente como não vacinado e iniciar ou completar os esquemas vacinais de acordo com o calendário do PNI para a faixa etária, garantindo a proteção contra as doenças imunopreveníveis.
Para uma adolescente de 12 anos, o PNI recomenda vacinas como Hepatite B (3 doses), dT (3 doses), Tríplice Viral (2 doses), Febre Amarela (dose única), HPV (2 doses) e ACWY (dose única).
O PNI estabelece as diretrizes para a vacinação no Brasil, visando a máxima proteção da população. Seguir suas recomendações garante a imunização adequada e a prevenção de surtos de doenças.
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