HRAC-USP/Centrinho - Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais - Bauru (SP) — Prova 2025
No calendário vacinal do Programa Nacional de Imunizações do Governo Federal, a vacina para Febre Amarela deve ser administrada nas crianças aos
PNI: Vacina de Febre Amarela (atenuada) → 1ª dose aos 9 meses + Reforço aos 4 anos de idade.
O Programa Nacional de Imunizações (PNI) estabelece a primeira dose da vacina contra febre amarela aos 9 meses de idade. Um reforço é administrado aos 4 anos, coincidindo com a segunda dose da vacina contra varicela.
A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, de gravidade variável, causada por um arbovírus. No Brasil, é uma doença endêmica em vastas áreas, tornando a vacinação a principal e mais eficaz medida de prevenção. O Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Brasil define um calendário vacinal robusto para proteger a população infantil desde os primeiros meses de vida. A vacina contra a febre amarela, composta por vírus vivo atenuado, é recomendada rotineiramente para todas as crianças que vivem em áreas com recomendação de vacinação. O esquema vacinal atual do PNI preconiza a administração da primeira dose aos 9 meses de idade. Essa idade é escolhida para minimizar a interferência de anticorpos maternos e garantir uma resposta imunológica eficaz, ao mesmo tempo que protege a criança antes que ela complete um ano. Para garantir uma imunidade mais duradoura e robusta, o PNI incluiu uma dose de reforço aos 4 anos de idade. Esta segunda dose coincide com a aplicação de outras vacinas importantes, como o reforço da DTP e a segunda dose da vacina contra a varicela. É crucial conhecer as contraindicações, como imunossupressão e idade inferior a 6 meses, para garantir a segurança da imunização.
Pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI), o esquema consiste em duas doses: a primeira dose deve ser administrada aos 9 meses de vida e uma dose de reforço é recomendada aos 4 anos de idade.
A vacinação aos 9 meses busca equilibrar a proteção precoce em áreas de risco com a maturação do sistema imune da criança e a diminuição da interferência de anticorpos maternos, otimizando a resposta vacinal.
As contraindicações incluem crianças menores de 6 meses, imunodeficiência congênita ou adquirida (ex: HIV sintomático com CD4 < 15%), uso de imunossupressores, e história de reação anafilática a componentes da vacina, como ovo.
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