INEP Revalida - Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos — Prova 2022
Uma criança de 18 meses de idade vem à consulta médica em uma unidade de saúde para puericultura. O médico observa que as vacinas que a criança deveria ter recebido aos 15 meses estão em atraso, mas recebeu todas as vacinas anteriores recomendadas pelo calendário de imunização atual do Ministério da Saúde. A mãe justifica o atraso vacinai porque ficou com medo de sair de casa devido à pandemia da COVID-19.Entre as vacinas a serem recomendadas a essa criança, está(ão)
Criança 18 meses com vacinas de 15 meses atrasadas → priorizar Tetraviral (SCRV) como 2ª dose, além de reforços de Pneumo e Meningo C.
O calendário de vacinação do Ministério da Saúde prevê a segunda dose da vacina tríplice viral (SCR) e varicela (que pode ser administrada como tetraviral) aos 15 meses de idade. Em casos de atraso, o esquema deve ser completado o mais rápido possível, seguindo as orientações de vacinação de resgate.
A vacinação infantil é uma das intervenções de saúde pública mais eficazes, prevenindo uma série de doenças infecciosas graves. O calendário de vacinação do Ministério da Saúde é cuidadosamente elaborado para oferecer proteção máxima em idades específicas, considerando a epidemiologia das doenças e a resposta imunológica da criança. A adesão a esse calendário é fundamental para a saúde individual e coletiva. Em situações de atraso vacinal, como o ocorrido durante a pandemia de COVID-19, é crucial realizar a vacinação de resgate. Para uma criança de 18 meses que recebeu todas as vacinas anteriores, as doses em atraso seriam as recomendadas para os 15 meses. Isso inclui o segundo reforço da Pneumocócica 10 valente, o reforço da Meningocócica C conjugada e a segunda dose da Tríplice Viral + Varicela (administrada como vacina Tetraviral). A conduta correta é identificar as vacinas em atraso e administrá-las conforme o esquema de resgate, sem a necessidade de reiniciar séries. A vacina Tetraviral, que combina a tríplice viral e a varicela, é particularmente importante para garantir a proteção contra essas doenças virais comuns na infância e prevenir surtos.
Aos 15 meses, são recomendados os reforços da Pneumocócica 10 valente, da Meningocócica C conjugada e a segunda dose da Tríplice Viral + Varicela (Tetraviral).
Em caso de atraso vacinal, o esquema deve ser atualizado o mais rápido possível, sem reiniciar a série, seguindo as recomendações específicas para cada vacina e idade.
A vacina tetraviral protege contra sarampo, caxumba, rubéola e varicela (catapora), doenças que podem causar complicações graves, especialmente em crianças.
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