INEP Revalida - Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos — Prova 2024
Uma criança de 3 anos, pré-escolar, é atendida na atenção primária à saúde. Ao verificar o cartão vacinal dela, o médico constata atraso. Ele verifica que não foram administradas as vacinas recomendadas aos 15 meses.Nesse caso, buscando regularizar o cartão vacinal o quanto antes, as vacinas a serem aplicadas nessa criança, devem ser
Criança 3 anos com vacinas de 15 meses atrasadas → DTP, Hepatite A, SCR, Varicela, Poliomielite oral.
Para regularizar o cartão vacinal de uma criança de 3 anos com atraso nas vacinas dos 15 meses, devem ser aplicadas as doses correspondentes à idade atual e às vacinas perdidas. As vacinas dos 15 meses incluem DTP (reforço), Hepatite A, SCR (primeira dose), Varicela (primeira dose) e Poliomielite oral (reforço).
A manutenção de um calendário vacinal atualizado é crucial para a saúde pública e individual, prevenindo diversas doenças infecciosas. No entanto, atrasos vacinais são comuns e exigem que o profissional de saúde saiba como proceder para a regularização. Para uma criança de 3 anos com atraso nas vacinas dos 15 meses, o foco é aplicar as doses que foram perdidas, seguindo as recomendações do Programa Nacional de Imunizações (PNI) para esquemas de recuperação. As vacinas tipicamente administradas aos 15 meses incluem o primeiro reforço da DTP (difteria, tétano e pertussis), a primeira dose da Hepatite A, a primeira dose da SCR (sarampo, caxumba e rubéola), a primeira dose da Varicela e o segundo reforço da Poliomielite oral (VOP). É fundamental que o médico ou enfermeiro avalie o cartão vacinal completo, identifique todas as doses em atraso e elabore um plano de recuperação que minimize o número de visitas e garanta a proteção o mais rápido possível, sem a necessidade de reiniciar esquemas.
Aos 15 meses, são recomendadas as vacinas DTP (reforço), Hepatite A, SCR (primeira dose), Varicela (primeira dose) e Poliomielite oral (reforço).
Deve-se consultar o calendário de recuperação vacinal do Ministério da Saúde, que indica as doses a serem aplicadas conforme a idade atual da criança e as vacinas perdidas, priorizando a proteção.
Não, geralmente não é necessário reiniciar o esquema. A maioria das vacinas permite a continuidade do esquema a partir do ponto onde foi interrompido, seguindo as recomendações de intervalo mínimo entre as doses.
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