FMJ - Faculdade de Medicina de Jundiaí - Hospital Universitário (SP) — Prova 2021
Segundo o Calendário Nacional de Vacinação, as vaci- nas recomendadas para os idosos, além da vacina anual contra a gripe, são:
Idosos (SUS): Gripe anual + Hepatite B, Febre Amarela (áreas risco), dT e Pneumocócica 23v.
Além da vacina anual contra a gripe, o Calendário Nacional de Vacinação para idosos inclui a vacina contra Hepatite B (esquema de 3 doses, se não vacinado ou sem comprovação), Febre Amarela (dose única, se residente/viajante para áreas de risco e não vacinado), Dupla Adulto (dT) (reforço a cada 10 anos) e Pneumocócica 23-valente (dose única, com reforço após 5 anos para imunocomprometidos).
A vacinação é uma das intervenções de saúde pública mais eficazes, e sua importância se estende a todas as faixas etárias, incluindo os idosos. A imunização adequada da população idosa é fundamental para prevenir doenças infecciosas que podem ter desfechos mais graves nesse grupo, sendo um tópico relevante para a saúde coletiva e para a prática clínica em geriatria e atenção primária. O Calendário Nacional de Vacinação do Ministério da Saúde estabelece as vacinas recomendadas para idosos. Além da vacina anual contra a gripe (influenza), que é crucial devido à alta morbimortalidade da doença nessa faixa etária, outras vacinas são essenciais. Entre elas, destacam-se a vacina contra Hepatite B (para aqueles que não foram vacinados ou não possuem comprovação de imunização), a vacina contra Febre Amarela (para residentes ou viajantes para áreas de risco, com avaliação individual), a vacina Dupla Adulto (dT), com reforço a cada 10 anos, e a vacina Pneumocócica 23-valente, que protege contra doenças invasivas causadas pelo Streptococcus pneumoniae, com esquema de dose única e reforço em casos específicos. A adesão a esse calendário é vital para a proteção e qualidade de vida dos idosos.
Para idosos ≥ 60 anos, é recomendada uma dose única da vacina pneumocócica 23-valente. Em casos de imunocomprometimento, um reforço pode ser indicado após 5 anos da primeira dose.
É indicada para idosos que residem ou viajarão para áreas com recomendação de vacinação, se não vacinados previamente. A decisão deve considerar o risco-benefício individual, especialmente para aqueles com mais de 60 anos.
O reforço da vacina dupla adulto (dT) é recomendado a cada 10 anos para manter a proteção contra difteria e tétano, especialmente importante para idosos.
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