PSU-GO - Processo Seletivo Unificado de Goiás — Prova 2024
Os cálculos ureterais podem causar espectros diferentes de sintomas ou problemas ao trato urinário. Em alguns casos, é possível realizar tratamento conservador e aguardar a eliminação do cálculo. A observação de cálculos ureterais é viável em pacientes informados e com
Tratamento conservador de cálculo ureteral → dor controlada, ausência de infecção/febre, ausência de hidronefrose significativa, cálculo < 10 mm.
O tratamento conservador para cálculos ureterais é indicado para pacientes com dor controlada, sem sinais de infecção (febre, leucocitúria significativa, nitrito positivo), sem hidronefrose importante e com cálculos geralmente menores que 10 mm, especialmente se distais. A presença de febre, dor refratária ou hidronefrose progressiva contraindica essa abordagem.
Os cálculos ureterais são uma condição comum que pode causar dor intensa e outras complicações no trato urinário. O manejo desses cálculos varia desde a observação expectante até intervenções cirúrgicas, dependendo de fatores como tamanho, localização, sintomas e presença de complicações. A decisão pelo tratamento conservador, que consiste em aguardar a eliminação espontânea do cálculo, é uma estratégia válida em casos selecionados. Para que a observação seja viável, o paciente deve apresentar dor controlada com medicação, ausência de sinais de infecção urinária (como febre, leucocitúria significativa com nitrito positivo), e não deve ter hidronefrose grave ou progressiva que ameace a função renal. O tamanho do cálculo é um fator crucial, sendo mais provável a eliminação espontânea para cálculos menores que 10 mm, especialmente os localizados no ureter distal. É imperativo monitorar de perto esses pacientes, com reavaliações clínicas e de imagem periódicas. A falha na eliminação do cálculo em um tempo razoável, o surgimento de dor refratária, febre ou piora da hidronefrose, são indicativos de falha do tratamento conservador e necessidade de intervenção ativa, como ureteroscopia, litotripsia extracorpórea ou nefrolitotomia percutânea, para evitar complicações graves como sepse urinária ou perda da função renal.
Os critérios incluem dor bem controlada com analgésicos, ausência de sinais de infecção (febre, leucocitúria com nitrito positivo), ausência de hidronefrose significativa ou progressiva, e tamanho do cálculo geralmente inferior a 10 mm, especialmente se localizado distalmente.
A presença de febre, dor refratária a analgésicos, hidronefrose grave ou progressiva, insuficiência renal aguda ou infecção urinária associada ao cálculo são contraindicações absolutas para o tratamento conservador, exigindo intervenção imediata.
Cálculos menores (<5 mm) e distais têm maior chance de eliminação espontânea. Cálculos maiores (>10 mm) ou proximais, especialmente se associados a hidronefrose, geralmente requerem intervenção ativa devido à menor probabilidade de passagem e maior risco de complicações.
Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.
Responder questão no MedEvo