UEL - Hospital Universitário de Londrina (PR) — Prova 2024
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o tipo de cálculo urinário mais comum, mundialmente.
O cálculo urinário mais comum globalmente é o de oxalato de cálcio (70-80% dos casos).
A maioria dos cálculos renais é composta por oxalato de cálcio, seja mono-hidratado ou di-hidratado. Entender a composição é crucial para a prevenção e manejo, pois diferentes tipos de cálculos têm diferentes fatores de risco e estratégias de tratamento.
A nefrolitíase, ou litíase renal, é uma condição comum caracterizada pela formação de cálculos no trato urinário. Mundialmente, o tipo mais prevalente de cálculo urinário é o de oxalato de cálcio, respondendo por aproximadamente 70-80% dos casos. Compreender sua composição é fundamental para a prevenção de recorrências e para o manejo adequado dos pacientes. Os cálculos de oxalato de cálcio podem ser mono-hidratados (whewellita) ou di-hidratados (weddellite). Sua formação está associada a fatores como hipercalciúria (excreção excessiva de cálcio na urina), hiperoxalúria (excreção excessiva de oxalato), hipocitratúria (baixa excreção de citrato, um inibidor da cristalização), baixo volume urinário e pH urinário. A prevenção de novos cálculos de oxalato de cálcio envolve medidas dietéticas, como aumento da ingestão de líquidos, redução do consumo de sódio e proteínas animais, e ingestão adequada de cálcio (não restrição severa). Em alguns casos, medicamentos como tiazídicos (para hipercalciúria) ou citrato de potássio (para hipocitratúria) podem ser utilizados. O conhecimento sobre os diferentes tipos de cálculos é essencial para a prática clínica e para a aprovação em provas de residência.
A composição mais comum é o oxalato de cálcio, que pode ser encontrado como oxalato de cálcio mono-hidratado ou di-hidratado, representando cerca de 70-80% de todos os cálculos renais.
Fatores incluem hipercalciúria, hiperoxalúria, hipocitratúria, baixo volume urinário, dieta rica em sódio e proteínas animais, e certas condições gastrointestinais.
Uma dieta com alto teor de oxalato (espinafre, ruibarbo, nozes), sódio e proteínas animais pode aumentar o risco. A ingestão adequada de cálcio e líquidos, e restrição de sódio, são importantes na prevenção.
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