HOA - Hospital de Olhos de Aparecida de Goiânia (GO) — Prova 2023
Pacientes idosos podem ser mais sensíveis ao tratamento com cloridrato de bupropiona. Sendo correto que:
Idosos → Bupropiona iniciar com dose única diária matinal de 150 mg, monitorar sensibilidade.
Pacientes idosos podem apresentar maior sensibilidade à bupropiona devido a alterações farmacocinéticas (metabolismo hepático reduzido, função renal diminuída) e farmacodinâmicas. Portanto, a dose inicial recomendada é mais baixa (150 mg/dia) para minimizar o risco de efeitos adversos, como insônia, agitação e convulsões.
A depressão é uma condição comum em idosos, mas seu tratamento requer considerações especiais devido às alterações fisiológicas do envelhecimento. A bupropiona é um antidepressivo atípico que inibe a recaptação de dopamina e noradrenalina, sendo uma opção para pacientes que não toleram ISRS ou que necessitam de um perfil de ativação. No entanto, sua prescrição em idosos deve ser cautelosa. As alterações farmacocinéticas em idosos, como a redução do metabolismo hepático e da função renal, podem levar a concentrações plasmáticas mais elevadas da bupropiona e seus metabólitos ativos, aumentando o risco de efeitos adversos. Por isso, a dose inicial deve ser menor e o ajuste de dose mais gradual. A monitorização de efeitos como insônia, agitação e, principalmente, o limiar convulsivo, é essencial. A dose única diária matinal de 150 mg é a recomendação para iniciar o tratamento em idosos, permitindo avaliar a tolerância antes de qualquer aumento. É importante educar o paciente e seus cuidadores sobre os possíveis efeitos e a importância da adesão. A avaliação individual da necessidade e o acompanhamento clínico rigoroso são pilares para o uso seguro e eficaz da bupropiona nessa população.
Para pacientes idosos, a dose inicial recomendada de cloridrato de bupropiona é de 150 mg, administrada em dose única diária pela manhã, após o desjejum. Essa abordagem visa minimizar os riscos de efeitos adversos devido à maior sensibilidade nessa população.
Idosos são mais sensíveis à bupropiona devido a alterações fisiológicas relacionadas ao envelhecimento, como redução da função hepática e renal, que afetam o metabolismo e a eliminação do fármaco, resultando em concentrações plasmáticas mais elevadas e maior risco de toxicidade.
Os principais efeitos adversos da bupropiona em idosos incluem insônia, agitação, boca seca, náuseas e, em doses mais altas, um risco aumentado de convulsões. É crucial monitorar esses efeitos e ajustar a dose conforme a tolerância do paciente.
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