UEM - Hospital Universitário de Maringá (PR) — Prova 2017
Sobre a bronquiolite viral aguda e a coqueluche, associe as colunas. 1. Bronquiolite Viral Aguda (BVA) 2. Coqueluche ( ) A maioria dos casos é relacionada a infecção pelo vírus sincicial respiratório; ( ) É mais frequente em crianças abaixo dos 6 meses com esquema vacinal incompleto; ( ) Habitualmente cursa com quadro de coriza e tosse por um a 3 dias, que evolui com sibilância; ( ) O tratamento é realizado com macrolídeos, suporte e oxigenoterapia se necessário; ( ) O hemograma característico apresenta leucocitose com linfocitose intensa.
BVA = VSR, sibilância, suporte. Coqueluche = < 6m, tosse paroxística, macrolídeos, leucocitose linfocitária.
A bronquiolite viral aguda é predominantemente causada pelo VSR, manifesta-se com sibilância e é tratada com suporte. A coqueluche, causada por Bordetella pertussis, afeta mais lactentes não vacinados, cursa com tosse paroxística e tem tratamento específico com macrolídeos, além de um hemograma característico.
Para o residente, é fundamental saber diferenciar essas condições. A BVA geralmente não requer antibióticos, enquanto a coqueluche exige tratamento com macrolídeos. A identificação do padrão de tosse, a idade do paciente, o status vacinal e os achados laboratoriais (como a linfocitose na coqueluche) são chaves para um diagnóstico e manejo corretos, evitando tratamentos desnecessários ou atrasos em terapias específicas.
O principal agente etiológico da bronquiolite viral aguda é o Vírus Sincicial Respiratório (VSR). O tratamento é primariamente de suporte, incluindo hidratação, oxigenoterapia se necessário e aspiração de vias aéreas, sem indicação rotineira de broncodilatadores ou corticoides.
A coqueluche é mais grave em lactentes jovens, que ainda não completaram o esquema vacinal primário (DTPa) ou cujas mães não receberam a vacina durante a gestação, deixando-os vulneráveis. A imunidade passiva da mãe é crucial para essa faixa etária.
O hemograma na coqueluche é característico por apresentar leucocitose com linfocitose intensa, o que pode ajudar no diagnóstico. A medicação de escolha para o tratamento e profilaxia é um macrolídeo, como a azitromicina, para erradicar a bactéria e reduzir a transmissibilidade.
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