SMS-SP - Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo — Prova 2022
Quanto à bronquiolite virai aguda, assinale a alternativa correta.
Bronquiolite viral aguda → recorrências são comuns, especialmente em lactentes.
A bronquiolite viral aguda é uma infecção respiratória comum em lactentes, e é frequente que uma criança apresente múltiplos episódios, especialmente durante os períodos de maior circulação viral.
A bronquiolite viral aguda (BVA) é uma infecção respiratória comum em lactentes e crianças pequenas, caracterizada por inflamação e obstrução das pequenas vias aéreas. É a principal causa de internação hospitalar por doença respiratória em crianças menores de 1 ano. A importância clínica reside na sua alta incidência e no potencial de causar desconforto respiratório significativo, exigindo suporte. O diagnóstico da BVA é essencialmente clínico, baseado na história de pródromos virais seguidos por tosse, taquipneia, sibilância e crepitações. O agente etiológico mais comum é o Vírus Sincicial Respiratório (VSR). É importante notar que uma criança pode ter múltiplos episódios de bronquiolite ao longo dos períodos mais frios do ano, pois diferentes vírus ou diferentes cepas podem causar a doença, e a imunidade não é duradoura para todos os agentes. O tratamento da BVA é principalmente de suporte, incluindo hidratação, desobstrução de vias aéreas e oxigenioterapia se a saturação cair abaixo de 90-92%. Corticosteroides, broncodilatadores e antibióticos não são rotineiramente recomendados, pois não demonstraram benefício consistente na maioria dos casos. A radiografia de tórax não é necessária para o diagnóstico, sendo reservada para suspeita de complicações.
O principal agente etiológico da bronquiolite viral aguda é o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), responsável pela maioria dos casos, especialmente em lactentes. Outros vírus incluem rinovírus, parainfluenza e adenovírus.
A oxigenioterapia é indicada quando a saturação de oxigênio em ar ambiente está persistentemente abaixo de 90-92%, visando manter a saturação acima desse limiar para evitar hipoxemia.
A radiografia de tórax não é necessária para o diagnóstico de bronquiolite viral aguda, que é clínico. Ela pode ser útil para excluir complicações como pneumonia bacteriana ou atelectasias, mas não é rotineiramente recomendada.
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