HE Cachoeiro - Hospital Evangélico de Cachoeiro de Itapemirim (ES) — Prova 2020
A bronquiolite é uma infecção viral aguda do trato respiratório inferior que afeta lactentes < 24 meses e caracteriza-se por disfunção respiratória, respiração ruidosa e crepitação. Em relação a bronquiolite, é INCORRETO afirmar que:
Bronquiolite: VSR é o principal agente etiológico (>70% casos), NÃO adenovírus.
A bronquiolite é predominantemente causada pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR), sendo o adenovírus uma causa menos comum e geralmente associada a quadros mais graves ou atípicos. O diagnóstico é clínico e o tratamento é de suporte.
A bronquiolite viral aguda é uma infecção comum do trato respiratório inferior que afeta lactentes menores de 24 meses, caracterizada por obstrução das pequenas vias aéreas. É uma das principais causas de hospitalização em crianças pequenas, sendo crucial para residentes reconhecerem seus sinais e sintomas para um manejo adequado. A etiologia da bronquiolite é predominantemente viral, com o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) sendo o agente mais comum, responsável por 70-80% dos casos. Outros vírus, como rinovírus, parainfluenza e, menos frequentemente, adenovírus, também podem causar a doença. O diagnóstico é clínico, baseado na história de pródromos virais, tosse, taquipneia, sibilância e crepitações no exame físico. O tratamento da bronquiolite é de suporte, visando manter a hidratação e oxigenação adequadas. A maioria das crianças se recupera em poucos dias, embora a tosse e sibilância possam persistir por semanas. Não há evidências para o uso rotineiro de broncodilatadores, corticoides ou antibióticos. A prevenção com palivizumabe é indicada para grupos de alto risco, como prematuros e crianças com doença pulmonar crônica.
O Vírus Sincicial Respiratório (VSR) é o principal agente etiológico da bronquiolite viral aguda, sendo responsável pela maioria dos casos, especialmente os mais graves e que levam à hospitalização.
O diagnóstico da bronquiolite é essencialmente clínico, baseado na história (pródromos virais, tosse, sibilância) e exame físico do lactente (taquipneia, sibilância, crepitações), e na ocorrência epidêmica da doença. Exames complementares não são rotineiramente necessários.
O tratamento da bronquiolite é primariamente de suporte, focando na hidratação adequada, oxigenoterapia se necessário, e cuidados gerais. A maioria das crianças pode ser tratada em casa, e não há evidências para o uso rotineiro de broncodilatadores, corticoides ou antibióticos.
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