SMS Curitiba - Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba (PR) — Prova 2023
Dentre as alternativas a seguir, assinale o principal agente etiológico relacionado a bronquiolite viral aguda:
VSR é o principal agente etiológico da bronquiolite viral aguda, especialmente em lactentes.
O Vírus Sincicial Respiratório (VSR) é responsável pela maioria dos casos de bronquiolite viral aguda, uma infecção comum do trato respiratório inferior em crianças pequenas. Sua alta transmissibilidade e capacidade de causar inflamação e obstrução das pequenas vias aéreas o tornam o patógeno dominante.
A bronquiolite viral aguda é uma das infecções respiratórias mais comuns em lactentes e crianças pequenas, sendo uma causa frequente de hospitalização. É caracterizada por inflamação e necrose do epitélio bronquiolar, levando à obstrução das pequenas vias aéreas. A compreensão de sua etiologia é fundamental para o diagnóstico e manejo adequados, impactando diretamente a saúde pública pediátrica. O Vírus Sincicial Respiratório (VSR) é o principal agente etiológico, responsável por 50-80% dos casos. Outros vírus como rinovírus, metapneumovírus humano, parainfluenza e adenovírus também podem causar bronquiolite. A transmissão ocorre por contato direto com secreções respiratórias. O diagnóstico é clínico, baseado na idade do paciente (geralmente < 2 anos), pródromo de infecção de vias aéreas superiores e sinais de desconforto respiratório, como sibilância e taquipneia. O tratamento da bronquiolite é primariamente de suporte, visando manter a oxigenação e hidratação. A prevenção, especialmente em grupos de risco, pode ser feita com palivizumabe. O prognóstico é geralmente bom, mas alguns pacientes podem desenvolver sibilância recorrente na infância. É crucial que o residente saiba identificar os sinais de gravidade para indicar internação e suporte ventilatório quando necessário.
Os principais sinais e sintomas incluem rinorreia, tosse, febre baixa, sibilância, taquipneia, tiragem intercostal e batimento de asas nasais. Em casos graves, pode haver cianose e apneia, especialmente em lactentes jovens.
A conduta é principalmente de suporte, com oxigenoterapia se houver hipoxemia, hidratação adequada e aspiração de vias aéreas superiores. Broncodilatadores e corticoides geralmente não são recomendados de rotina, mas podem ser considerados em casos selecionados.
A bronquiolite é caracterizada por sibilância e crepitações finas em lactentes, geralmente após um pródromo de IVAS. A diferenciação de outras infecções virais pode ser feita pela idade do paciente, apresentação clínica e, se necessário, testes virais específicos.
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