Bradicardia: Manejo e Indicação de Tratamento no PS
HOA - Hospital de Olhos de Aparecida de Goiânia (GO) — Prova 2017
Enunciado
Paciente, sabidamente cardiopata, foi ao hospital trazido por familiares, que o consideraram prostado nesta manhã. Foi deixado na sala de emergência e monitorizado, seu eletrocardiograma demonstrava uma baixa frequência cardíaca. Foi, então, solicitado avaliação da cardiologia e o colega o solicitou para discutir e decidir sobre as condutas, inadequadamente fundamentada na seguinte alternativa. Indique-a.
Alternativas
A) Os sinais e sintomas, mesmo leves, e os pacientes assintomáticos necessitam de tratamento. Os pacientes devem ser monitorados à procura dos sinais de deterioração das condições. Deve-se fornecer terapia imediata antes que os pacientes tenham hipotensão, convulsões e outros sinais de choque relacionados à bradicardia.
B) A bradicardia é definida como uma frequência cardíaca inferior a 60 bpm; quando a bradicardia é a causa de sintomas, a frequência geralmente é menor que 50 bpm. Este limite é individual e frequências menores do que essas podem ser consideradas fisiológicas para alguns pacientes e inadequadas para outros.
C) As causas podem ser: não cardíacas, como uso de drogas; causas metabólicas ou endócrinas, especialmente na tireoide; distúrbio eletrolítico, fatores neurológicos e reflexos autonômicos; fatores situacionais, como o repouso prolongado no leito; e autoimunidade. As causas de origem cardíaca incluem a doença cardíaca isquêmica aguda ou crônica, doença cardíaca vascular, doença cardíaca valvular, ou doença degenerativa primária elétrica.
D) Os pacientes assintomáticos não devem receber nenhum tratamento. O tratamento é indicado somente nos casos em que a bradicardia, independente do seu tipo ou causa, provoca uma redução significativa da pressão arterial sistêmica com sinais clínicos de baixo débito cardíaco.
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