Biópsia de Vilo Corial: Indicações e Manejo em Rh Negativo
MedEvo Simulado — Prova 2026
Enunciado
Daniela, 39 anos, primigesta, encontra-se com 12 semanas e 4 dias de gestação. Durante o rastreamento ultrassonográfico do primeiro trimestre, foi identificada uma Translucência Nucal (TN) de 4,2 mm e a presença de ducto venoso com onda A reversa. A paciente apresenta tipagem sanguínea O negativo e o teste de Coombs indireto realizado recentemente resultou negativo. Diante do risco aumentado para aneuploidias, Daniela opta pela realização de um procedimento diagnóstico invasivo imediato. Com base nos conhecimentos sobre procedimentos invasivos em medicina fetal e no manejo adequado desta paciente, assinale a alternativa correta.
Alternativas
A) A biópsia de vilo corial pode ser realizada por via transabdominal ou transcervical e, por se tratar de um procedimento invasivo em paciente Rh negativo não sensibilizada, a administração de imunoglobulina anti-D é mandatória após sua execução.
B) A amniocentese precoce, realizada entre a 12ª e a 14ª semana, apresenta taxas de perda fetal e de complicações semelhantes àquelas da biópsia de vilo corial, sendo uma alternativa segura para o diagnóstico citogenético precoce.
C) A cordocentese representa a técnica padrão-ouro para o diagnóstico citogenético imediato em casos de TN aumentada no primeiro trimestre, apresentando o menor índice de perda fetal entre todos os métodos invasivos disponíveis.
D) A biópsia de vilo corial (BVC) é o procedimento de escolha nesta idade gestacional; caso o resultado revele um mosaicismo cromossômico, este é considerado diagnóstico definitivo de mosaicismo fetal, dispensando exames invasivos complementares.
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