UERN - Universidade do Estado do Rio Grande do Norte — Prova 2021
Constitui contraindicação absoluta ao uso de betabloqueadores:
Contraindicação absoluta betabloqueador → Asma grave, DPOC grave, bradicardia sintomática, BAV 2º/3º grau, choque cardiogênico, DAP grave.
Embora a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e o Bloqueio Atrioventricular (BAV) de 1º grau sejam contraindicações relativas ou exijam cautela, a Doença Arterial Periférica (DAP) grave é considerada uma contraindicação absoluta para betabloqueadores devido ao risco de piora da isquemia dos membros. Outras contraindicações absolutas incluem asma grave, bradicardia sintomática e choque cardiogênico.
Os betabloqueadores são uma classe de medicamentos amplamente utilizados em cardiologia para diversas condições, como hipertensão arterial, angina, insuficiência cardíaca e arritmias. Seu mecanismo de ação envolve o bloqueio dos receptores beta-adrenérgicos, resultando em diminuição da frequência cardíaca, contratilidade miocárdica e pressão arterial. É crucial conhecer suas contraindicações para evitar eventos adversos graves. As contraindicações absolutas incluem asma brônquica grave e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) grave (pelo risco de broncoespasmo), bradicardia sinusal sintomática, bloqueio atrioventricular (BAV) de 2º ou 3º grau (pelo risco de piora da condução), choque cardiogênico e doença arterial periférica (DAP) grave (pelo risco de vasoconstrição e piora da isquemia). Contraindicações relativas, como DPOC leve/moderada ou BAV de 1º grau, exigem cautela e avaliação individualizada. Em pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida, os betabloqueadores são, na verdade, pilares do tratamento, desde que iniciados e titulados em pacientes estáveis. O conhecimento dessas nuances é essencial para a prática clínica segura e eficaz.
Betabloqueadores podem causar vasoconstrição periférica, o que pode agravar a isquemia em pacientes com doença arterial periférica grave, aumentando a dor e o risco de complicações.
As contraindicações absolutas incluem asma brônquica grave, doença pulmonar obstrutiva crônica grave, bradicardia sinusal sintomática, bloqueio atrioventricular de 2º ou 3º grau, choque cardiogênico e doença arterial periférica grave.
Não, em pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (ICFEr), betabloqueadores são uma classe fundamental de medicamentos, desde que o paciente esteja estável e sem sinais de descompensação aguda.
Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.
Responder questão no MedEvo