UFS/HU - Hospital Universitário de Sergipe - Aracaju (SE) — Prova 2020
Assinale a assertiva INCORRETA no que diz respeito à imunização em pediatria, de acordo com o Calendário Nacional de Imunização e recomendações atuais do Ministério da Saúde:
Ausência de cicatriz BCG não indica falha vacinal; revacinação não é recomendada pelo MS.
A ausência de cicatriz vacinal após a BCG não é um indicador de falha da vacina e, de acordo com as recomendações atuais do Ministério da Saúde, não há necessidade de revacinação. A proteção conferida pela BCG independe da presença da cicatriz.
O Calendário Nacional de Imunização do Ministério da Saúde é um guia fundamental para a proteção da população brasileira contra diversas doenças infecciosas, especialmente na pediatria. A compreensão das recomendações atuais é crucial para profissionais de saúde, garantindo a aplicação correta das vacinas e a máxima cobertura vacinal. A questão aborda pontos importantes da imunização pediátrica. A vacina para sarampo com dose zero é indicada em situações específicas para crianças de seis meses a menores de um ano. O esquema de duas doses de Influenza é para crianças que nunca foram vacinadas, e a vacinação de meninos de 11 a 14 anos com duas doses de HPV é uma medida de saúde pública eficaz. A assertiva INCORRETA refere-se à revacinação da BCG. Atualmente, o Ministério da Saúde não recomenda a revacinação de crianças que não apresentaram cicatriz vacinal após a aplicação da BCG. Estudos demonstraram que a ausência da cicatriz não se correlaciona com a falta de proteção imunológica, e a revacinação não confere benefício adicional.
Não, a ausência de cicatriz vacinal não indica falha na imunização pela BCG. A proteção contra as formas graves de tuberculose é conferida mesmo sem a presença da cicatriz, e a revacinação não é recomendada pelo Ministério da Saúde.
A dose zero da vacina tríplice viral (sarampo, caxumba, rubéola) é recomendada para crianças de seis meses a menores de um ano em situações de risco, como surtos ou viagens para áreas de alta endemicidade, para proteção precoce.
Meninos de 9 a 14 anos recebem duas doses de HPV. Crianças não indígenas de seis meses a menores de seis anos que recebem a vacina influenza pela primeira vez devem receber duas doses, com intervalo de um mês.
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