Baixo Ganho Ponderal em RN: Avaliação e Conduta

UFES/HUCAM - Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes - Vitória (ES) — Prova 2018

Enunciado

Recém-nascido de 20 dias de vida, filho de mãe de primípara, sem intercorrências durante a gestação ou durante o nascimento, com peso ao nascer de 3340 g, comprimento de 50 cm, perímetro cefálico de 33 cm. Veio para consulta de rotina, já que aos 5 dias de vida havia apresentado dificuldades para amamentação e foi levado ao banco de leite onde melhorou a "pega" no seio. A mãe refere que vem mamando muito melhor do que antes, desde o fim da primeira semana. Evacuações semi-líquidas, amareladas, com grumos, 4 a 5 vezes por dia. Diurese em boa quantidade. Refere golfadas esporádicas, e sensação de dor tipo cólica no fim do dia, cursando com aumento de choro, mas que melhora quando é acalentado. Exame físico normal, com peso atual 3440 g. Considerando o ganho de 100 g até então, assinale qual seria a conduta mais correta para este neonato:

Alternativas

  1. A) Internação para avaliação de baixo ganho ponderal, sendo prioritário descartar infecção neonatal.
  2. B) Prescrição de fórmula infantil para complementar o seio materno, já que foi ao banco de leite e teve melhora segundo a mãe, mas não houve incremento do peso.
  3. C) Reavaliação de toda a técnica de aleitamento materno, exame das condições das mamas, realizar um exame de urina para avaliação de sedimento (EAS) associado a urocultura e retorno precoce para reavaliação.
  4. D) Prescrição de sulpirida para a mãe, pensando em baixo vínculo mãe-filho, refletindo na amamentação e retorno precoce para reavaliação.

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