Baixa Estatura Infantil: Diagnóstico e Manejo

USP/HCRP - Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (SP) — Prova 2016

Enunciado

Paciente M.G., feminina, 9 anos e 2 meses, retorna à consulta no ambulatório de problemas de crescimento com algumas informações solicitadas na 1ª consulta e raio X de Idade Óssea (IO). A mãe relata que a menina não cresce bem desde os 3 anos; nascimento foi a termo, PN = 2.970 g, comprimento = 48 cm. Refere que os dois irmãos mais velhos têm altura "normal". Paciente é muito ativa, vai bem na escola, e faz aulas de dança; sem problemas de saúde crônicos. Novas informações: estatura da mãe = 155 cm, estatura do pai = 168 cm. RX de idade óssea realizado com 9 anos = 6 anos e 10 meses de IO. Exame físico: estatura = 118 cm (abaixo do P3), estadiamento puberal: M1P1. Sem estigmas genéticos, demais sem alterações. Velocidade de crescimento = 5 cm/ano (P10P90). Baseado nestas informações e utilizando a curva de estatura para idade e a tabela de valores de 1 DP para IO, o provável diagnóstico é:

Alternativas

  1. A) Baixa estatura constitucional.
  2. B) Baixa estatura familiar.
  3. C) Baixa estatura constitucional com componente familiar.
  4. D) Estatura no percentil 3.

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