AVC na Gestação: Diagnóstico Diferencial e Conduta

UFSC/HU - Hospital Universitário Prof. Polydoro Ernani de São Thiago (SC) — Prova 2018

Enunciado

Mulher, 42 anos, gestante de 28 semanas, sem antecedentes patológicos conhecidos, procura o serviço de emergência com queixas de tontura, mal-estar e epigastralgia há 1 dia. Durante o atendimento médico, a paciente apresenta hemiplegia súbita à esquerda. É realizada uma tomografia de crânio com urgência, a qual não evidencia alterações. A paciente então é transferida para um hospital de referência com hipótese diagnóstica de AVC isquêmico em evolução para realização de trombólise. Chega ao serviço de referência decorridas 3 horas do início do deficit neurológico com PA = 150/105, escala de coma de Glasgow = 14, com hemiplegia mantida à esquerda. Qual a conduta mais adequada para o caso?

Alternativas

  1. A) Aguardar exames laboratoriais para realizar o diagnóstico diferencial e tomar a decisão terapêutica. 
  2. B) Iniciar a trombólise imediatamente para não perder a janela terapêutica. 
  3. C) A trombólise está contraindicada devido à gestação. 
  4. D) Administrar anti-hipertensivo e observar a evolução.
  5. E) Repetir a tomografia de crânio para avaliar melhor o quadro.

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