Vitalidade Fetal no Parto: Ausculta Intermitente vs. Cardiotocografia

UFG/HC - Hospital das Clínicas da UFG - Goiânia (GO) — Prova 2018

Enunciado

B.Z., de 30 anos, G2P1A0, um parto normal anterior, sem intercorrências. Idade gestacional de 40 semanas e quatro dias. Pré-natal dessa gravidez sem intercorrências. Deu entrada na maternidade com altura uterina de 36 cm, tônus uterino habitual, presença de três contrações a cada 10 minutos, batimentos cardíacos fetais de 135 batimentos por minuto. Ao toque, colo apresenta-se fino, dilatado com 5 cm, bolsa íntegra, feto em situação longitudinal e apresentação cefálica. Como deve ser feita a avaliação da vitalidade fetal, neste caso?

Alternativas

  1. A) Doppler obstétrico com avaliação da quantidade de líquido amniótico ao ser internada, caso não tenha sido feito nos últimos três meses. Ausculta dos batimentos cardíacos fetais com sonar ou Pinard a cada 30-60 minutos. Cardiotocografia de 6/6 horas, até o período expulsivo.
  2. B) Ausculta dos batimentos cardíacos com sonar ou Pinard a cada 30-60 minutos. Caso a frequência se mantenha normal, não haja alteração do padrão de contratilidade uterina, da dilatação do colo uterino ou de outras intercorrências, não haverá necessidade de outros métodos de avaliação da vitalidade fetal.
  3. C) Monitorização contínua dos batimentos cardíacos fetais com cardiotocografia durante toda a fase de dilatação e realização de cesariana, caso ocorram desacelerações no intraparto.
  4. D) Cardiotocografia ao ser internada e ausculta dos batimentos cardíacos com sonar ou Pinard a cada 30-60 minutos. Repetir a cardiotocografia a cada seis horas até o período expulsivo para assegurar melhor prognóstico materno-fetal.

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