Embolia Pulmonar: Fatores de Severidade e Prognóstico

FAMERP/HB - Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto - Hospital de Base (SP) — Prova 2018

Enunciado

Paciente de 65 anos, sexo masculino, ex-bancário, tabagista há 50 anos, com diagnostico de doença pulmonar obstrutiva crônica há 6 anos e há um ano em tratamento quimioterápico devido neoplasia de pulmão do tipo espinocelular. Em uso de formoterol e tiotropio e submetido a última sessão quimioterápica há 3 meses. Mantendo dispneia basal (MRC 2). Atendido no setor de emergência clínica devido piora súbita da dispneia há um dia. Avaliado em REG, FR = 30 irpm, FC = 120 bpm, PA= 80/60 mmHg, consciente , orientado e ansioso. Tórax com bulhas cardíacas rítmicas , com hiperfonese de B2, sem sopros, sons pulmonares reduzidos bilateralmente, sem ruídos adventícios. Abdômen normotenso, sem visceromegalias. Edema +/+++ em ambos membros inferiores, porem sem empastamento de panturrilhas e ausência de dor `a palpação. Angiotomografia de tórax confirmou presença de embolia pulmonar bilateral (ramos segmentares). Na avaliação clinica são importantes para avaliação de severidade e prognóstico de tromboembolismo venoso:

Alternativas

  1. A) FR > 30 irpm, idade superior a 60 anos, sexo masculino, sinais clínicos de T VP
  2. B) FC > 80 bpm, PAS < 90 mmHg, neoplasia, alteração tomográfica
  3. C) Alteração do nível de consciência, PAS < 90 mmHg, sinais clínicos de TVP, idade superior a 50 anos
  4. D) FC > 110 bpm , PAS < 100 mmHg, comorbidade pulmonar previa, neoplasia

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