HPP - Hospital Infantil Pequeno Príncipe (PR) — Prova 2025
De acordo com a avaliação pré-operatória de pacientes cirúrgicos assinale a alternativa correta:
Pacientes < 45 anos sem comorbidades → não necessitam exames pré-operatórios de rotina.
A avaliação pré-operatória deve ser individualizada, focando na estratificação de risco e na otimização das condições clínicas do paciente. Exames complementares de rotina em pacientes jovens e saudáveis não demonstram benefício na redução de complicações.
A avaliação pré-operatória é um pilar fundamental da segurança do paciente cirúrgico, visando identificar e otimizar condições clínicas que possam aumentar o risco de complicações. Sua importância reside na redução da morbimortalidade perioperatória, especialmente em populações com comorbidades. A abordagem deve ser individualizada, considerando o tipo de cirurgia, o estado de saúde do paciente e os riscos inerentes. O processo diagnóstico envolve a anamnese detalhada, exame físico e, quando indicado, exames complementares. A estratificação de risco, como a classificação ASA, é crucial para categorizar o paciente e guiar a conduta. É essencial suspeitar de condições cardíacas ou pulmonares não diagnosticadas, otimizando o controle de doenças crônicas como hipertensão e diabetes antes do procedimento. O tratamento pré-operatório foca na otimização das condições clínicas, como controle glicêmico, ajuste de medicações e, em alguns casos, intervenções específicas. O prognóstico está diretamente relacionado à adequada estratificação e manejo dos riscos. Pontos de atenção incluem a suspensão de anticoagulantes, o manejo de broncodilatadores e a avaliação nutricional, garantindo que o paciente esteja nas melhores condições possíveis para a cirurgia.
Pacientes assintomáticos, com menos de 45 anos e sem comorbidades significativas, geralmente não necessitam de exames pré-operatórios de rotina para cirurgias de baixo risco. A decisão deve ser individualizada pelo médico.
A classificação ASA (American Society of Anesthesiologists) estratifica o risco anestésico-cirúrgico do paciente com base em seu estado de saúde geral, auxiliando na tomada de decisão e na previsão de complicações perioperatórias.
Após um infarto agudo do miocárdio (IAM), o tempo ideal para cirurgia eletiva varia, mas geralmente recomenda-se aguardar pelo menos 6 meses para estabilização cardíaca e otimização do tratamento, reduzindo o risco de eventos adversos perioperatórios.
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