HR Presidente Prudente - Hospital Regional de Presidente Prudente (SP) — Prova 2023
Durante a avaliação primária do paciente politraumatizado, deve ser realizada a avaliação neurológica pela etapa Disability, cujos objetivos são essencialmente
Avaliação Disability (ATLS) → Nível de consciência (Glasgow), reflexos pupilares, sinais de lateralização.
A etapa 'D' (Disability) da avaliação primária do ATLS foca na rápida identificação de lesões neurológicas. Isso é feito pela Escala de Coma de Glasgow, avaliação da simetria e reatividade pupilar, e busca por sinais de lateralização que indiquem lesões cerebrais focais.
A avaliação primária do paciente politraumatizado, guiada pelo Advanced Trauma Life Support (ATLS), é uma sequência sistemática e padronizada que visa identificar e tratar lesões com risco de vida imediato. A etapa 'D' de Disability (Avaliação Neurológica) é crucial para uma rápida avaliação do estado neurológico do paciente, permitindo a detecção precoce de lesões intracranianas e a tomada de decisões que podem salvar vidas. Esta etapa segue as avaliações de Via Aérea (A), Respiração (B) e Circulação (C). Os objetivos essenciais da avaliação neurológica na etapa Disability são determinar o nível de consciência do paciente, avaliar a função do tronco cerebral e identificar sinais de lateralização. O nível de consciência é avaliado primariamente pela Escala de Coma de Glasgow (ECG), que pontua a resposta ocular, verbal e motora, fornecendo um indicador objetivo da gravidade do trauma cranioencefálico. A avaliação pupilar inclui o tamanho, simetria e reatividade à luz, que podem indicar lesões cerebrais ou compressão de nervos cranianos. Sinais de lateralização, como fraqueza unilateral ou assimetria de reflexos, sugerem lesões focais no cérebro. A identificação rápida de alterações neurológicas permite a priorização de exames de imagem, como a tomografia computadorizada de crânio, e a intervenção neurocirúrgica quando indicada. Um declínio no nível de consciência ou o surgimento de novos sinais de lateralização são alarmantes e exigem reavaliação imediata e investigação. O manejo adequado da Disability é fundamental para otimizar o prognóstico neurológico do paciente traumatizado, minimizando a morbidade e mortalidade associadas a lesões cerebrais.
A etapa Disability (D) da avaliação primária do ATLS inclui a avaliação do nível de consciência pela Escala de Coma de Glasgow (ECG), a análise dos reflexos pupilares (tamanho, simetria e reatividade à luz) e a busca por sinais de lateralização neurológica.
A Escala de Coma de Glasgow (ECG) é uma ferramenta padronizada e objetiva para avaliar o nível de consciência, fornecendo um escore que ajuda a classificar a gravidade do trauma cranioencefálico, monitorar a evolução neurológica e guiar decisões terapêuticas.
Sinais de lateralização, como hemiparesia ou anisocoria, sugerem uma lesão cerebral focal ou compressão unilateral, como um hematoma intracraniano. Sua identificação precoce é crítica para indicar a necessidade de neuroimagem e intervenção urgente.
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