ENARE/ENAMED — Prova 2022
Um homem de aproximadamente 50 anos apresenta um colapso na recepção do pronto-socorro e é levado diretamente para a sala de emergência. Após verificar a responsividade, qual é a conduta mais adequada?
Após verificar responsividade em colapso súbito, a próxima etapa é checar pulso e respiração simultaneamente.
No atendimento a um paciente que colapsou e está irresponsivo, após verificar a responsividade e pedir ajuda, a etapa crucial seguinte é a avaliação simultânea da presença de pulso (carotídeo) e respiração. Essa checagem deve ser rápida, não excedendo 10 segundos, para determinar a necessidade de iniciar compressões torácicas ou ventilações.
O atendimento a um paciente que colapsa subitamente na recepção de um pronto-socorro exige uma abordagem sistemática e rápida, seguindo os princípios do Suporte Básico de Vida (BLS) e, se necessário, do Suporte Avançado de Vida em Cardiologia (ACLS). A sequência correta de avaliação é fundamental para identificar a condição do paciente e iniciar as intervenções apropriadas sem demora. Após a verificação da responsividade do paciente, o próximo passo crítico é a avaliação simultânea da respiração e da presença de pulso. Esta etapa deve ser realizada em no máximo 10 segundos. A ausência de respiração normal (ou presença de gasping) e a ausência de pulso indicam parada cardiorrespiratória (PCR), exigindo o início imediato das compressões torácicas. Se houver pulso, mas a respiração estiver ausente ou inadequada, o paciente pode estar em parada respiratória, e as ventilações de resgate devem ser iniciadas. A compreensão e a aplicação rigorosa deste algoritmo são vitais para maximizar as chances de sobrevida do paciente e são conhecimentos básicos esperados de todo residente em emergência.
A checagem simultânea de pulso e respiração é crucial para determinar rapidamente se o paciente está em parada cardiorrespiratória (ausência de ambos), parada respiratória com pulso, ou outra condição, direcionando a conduta imediata.
A checagem deve ser feita por no mínimo 5 segundos e no máximo 10 segundos. Um tempo maior pode atrasar o início das compressões torácicas, caso sejam necessárias.
Se o pulso estiver presente, mas a respiração ausente ou com gasping (respiração agônica), deve-se iniciar ventilações de resgate (uma ventilação a cada 5-6 segundos para adultos), enquanto se continua a checar o pulso a cada 2 minutos.
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