HMMG - Hospital e Maternidade Municipal de Guarulhos (SP) — Prova 2022
É vedado ao médico desrespeitar o direito do paciente ou de seu representante legal de decidir livremente sobre:
Autonomia do paciente: direito de decidir sobre condutas diagnósticas/terapêuticas, exceto em risco iminente de morte.
O Código de Ética Médica garante a autonomia do paciente, permitindo que ele ou seu representante legal decida livremente sobre a realização de procedimentos diagnósticos ou terapêuticos. A única exceção a essa regra é em situações de iminente risco de morte, onde a intervenção médica pode ser justificada para salvar a vida.
A autonomia do paciente é um dos pilares da bioética e está consagrada no Código de Ética Médica. Ela garante ao indivíduo o direito de decidir livremente sobre seu próprio corpo e saúde, incluindo a aceitação ou recusa de procedimentos diagnósticos e terapêuticos, após receber todas as informações necessárias para tomar uma decisão consciente (consentimento informado). Este direito, no entanto, não é absoluto. O Código de Ética Médica estabelece uma exceção fundamental: em situações de iminente risco de morte, o médico pode intervir para salvar a vida do paciente, mesmo sem o consentimento expresso, quando não há tempo hábil para obtê-lo ou quando o paciente não está em condições de decidir. Esta exceção visa proteger o bem maior da vida. Fora das situações de risco iminente de morte, o respeito à autonomia do paciente é primordial. O médico deve sempre buscar o diálogo, esclarecer dúvidas e respeitar as escolhas do paciente ou de seu representante legal, mesmo que estas não estejam alinhadas com a conduta médica ideal, desde que não configurem omissão de socorro ou outras infrações éticas.
A autonomia do paciente é o direito fundamental de um indivíduo de tomar decisões informadas sobre sua própria saúde e tratamento. Isso inclui a capacidade de aceitar ou recusar procedimentos diagnósticos e terapêuticos, após receber todas as informações relevantes do médico.
O médico pode intervir sem o consentimento do paciente apenas em situações de iminente risco de morte, quando não há tempo hábil para obter o consentimento ou quando o paciente não está em condições de expressar sua vontade. Esta é uma exceção prevista no Código de Ética Médica para preservar a vida.
Quando o paciente não possui capacidade legal ou discernimento para tomar decisões sobre seu tratamento (por exemplo, crianças, pacientes inconscientes ou com deficiência mental grave), seu representante legal (pais, tutores, curadores) assume o papel de decidir, sempre visando o melhor interesse do paciente.
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