HAC - Hospital Angelina Caron (PR) — Prova 2020
Com relação ao tratamento da atrofia vuvlovaginal, analise as seguintes alternativas: I. a terapia estrogênica (sistêmica ou local) é o padrão atual de tratamento da atrofia urogenital, a menos que contraindicada; II. A terapia hormonal sistêmica é indicada no tratamento da atrofia vulvovaginal, mesmo que a paciente não tenha fogachos; III.O tratamento da atrofia vulvovaginal objetiva aliviar os sintomas e reverter as atrofias causadas pelo hipoestrogenismo Estão corretas:
Atrofia vulvovaginal: Terapia estrogênica (local > sistêmica) é padrão, alivia sintomas e reverte atrofia por hipoestrogenismo.
A terapia estrogênica, preferencialmente local, é o tratamento padrão para a atrofia vulvovaginal, visando aliviar sintomas como secura e dispareunia, e reverter as alterações atróficas causadas pelo hipoestrogenismo. A terapia hormonal sistêmica é reservada para sintomas vasomotores (fogachos) e não é a primeira linha para atrofia isolada.
A atrofia vulvovaginal, também conhecida como síndrome geniturinária da menopausa, é uma condição crônica e progressiva causada pela deficiência de estrogênio, afetando significativamente a qualidade de vida de muitas mulheres na pós-menopausa. É crucial para o residente compreender as opções terapêuticas disponíveis. A terapia estrogênica, seja sistêmica ou local, representa o padrão ouro no tratamento da atrofia urogenital, desde que não haja contraindicações. A terapia estrogênica local é geralmente preferida para sintomas puramente vulvovaginais devido à menor absorção sistêmica e menor risco de efeitos adversos. O tratamento visa aliviar sintomas como secura, prurido, queimação e dispareunia, além de reverter as alterações atróficas nos tecidos. É importante ressaltar que a terapia hormonal sistêmica é primariamente indicada para o manejo de sintomas vasomotores (fogachos) e não deve ser a primeira escolha para atrofia vulvovaginal isolada. A escolha da terapia deve ser individualizada, considerando a gravidade dos sintomas, a presença de outras condições e as preferências da paciente.
O tratamento padrão para a atrofia vulvovaginal é a terapia estrogênica, que pode ser sistêmica ou, mais comumente e preferencialmente, local, a menos que haja contraindicações.
Não, a terapia hormonal sistêmica não é indicada para o tratamento da atrofia vulvovaginal se a paciente não apresentar outros sintomas vasomotores, como fogachos. Nesses casos, a terapia estrogênica local é a escolha preferencial.
O tratamento da atrofia vulvovaginal tem como objetivos principais aliviar os sintomas incômodos, como secura, prurido e dispareunia, e reverter as alterações atróficas nos tecidos vulvovaginais causadas pelo hipoestrogenismo.
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