Santa Casa de São José dos Campos (SP) — Prova 2025
A terapia hormonal local melhora consideravelmente a atrofia urogenital em situações em que não estejam associados os sintomas vasomotores. São usados diferente medicamento exceto:
Atrofia urogenital: terapia hormonal local usa estrogênios (estriol, estradiol, promestrieno), não antibióticos como clindamicina.
A atrofia urogenital é tratada com estrogênios locais para restaurar o trofismo vaginal e aliviar sintomas. Medicamentos como estriol, estradiol e promestrieno são opções. A clindamicina é um antibiótico usado para infecções bacterianas, sem papel na terapia hormonal para atrofia.
A atrofia urogenital, também conhecida como síndrome geniturinária da menopausa, é uma condição comum que afeta mulheres na pós-menopausa devido à deficiência estrogênica. Caracteriza-se por alterações na vulva, vagina, uretra e bexiga, impactando significativamente a qualidade de vida. É crucial para o residente reconhecer e tratar essa condição, que muitas vezes é subdiagnosticada. A fisiopatologia envolve a diminuição da produção de estrogênio, levando ao afinamento, ressecamento e perda de elasticidade dos tecidos urogenitais. O diagnóstico é predominantemente clínico, baseado nos sintomas relatados pela paciente e no exame físico. É importante suspeitar de atrofia urogenital em mulheres pós-menopáusicas com queixas de secura vaginal, dispareunia, prurido ou sintomas urinários irritativos. O tratamento de primeira linha para a atrofia urogenital isolada é a terapia hormonal local com estrogênios. Medicamentos como estriol, estradiol e promestrieno, administrados por via vaginal em cremes, óvulos ou comprimidos, são altamente eficazes. O prognóstico é geralmente bom com o tratamento adequado, que melhora os sintomas e a qualidade de vida. É fundamental diferenciar a atrofia de infecções vaginais, que requerem abordagens terapêuticas distintas.
Os sintomas da atrofia urogenital incluem secura vaginal, dispareunia (dor durante a relação sexual), prurido, disúria e urgência urinária, resultantes da deficiência estrogênica na pós-menopausa.
A terapia local minimiza a absorção sistêmica de estrogênio, reduzindo riscos e efeitos colaterais associados à terapia sistêmica, sendo eficaz para sintomas urogenitais sem sintomas vasomotores significativos.
Os medicamentos mais comuns são cremes, óvulos ou comprimidos vaginais contendo estrogênios como estriol, estradiol e promestrieno, que atuam restaurando o trofismo da mucosa vaginal e uretral.
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