UFRN/HUOL - Hospital Universitário Onofre Lopes - Natal (RN) — Prova 2018
A Sra. Margarida tem 63 anos, é portadora de HAS e DM com diagnósticos há cerca de 3 anos, e, desde então, vem sendo acompanhada na UBS que fica aproximadamente a 1,5km da sua casa. Todos na UBS a conhecem por ser uma fiel frequentadora do grupo de terapia comunitária, que acontece a cada 2 semanas no salão da igreja da comunidade, e é coordenado pela enfermeira Érica. Além disso, a Sra Margarida sempre frequenta a UBS quando há alguma complicação de suas doenças crônicas, ou mesmo quaisquer outras queixas, pois sabe que a equipe não apresenta restrições para atender a comunidade na medida do possível. Em um dos encontros, a Sra Margarida aparentava estar mais abatida, silenciosa e sem participar como de costume das discussões do grupo, até que, de repente, caiu da cadeira e ficou inconsciente por alguns segundos. A enfermeira Érica prontamente checou sinais vitais e verificou que a paciente encontrava- se não responsiva e sem pulso. Então, pediu que a técnica de enfermagem ligasse para o SAMU enquanto iniciou manobras de ressuscitação cardiopulmonar. Felizmente, a ambulância chegou a tempo de socorrer a Sra. Margarida, que acabou ficando alguns dias internada no hospital. Ao receber alta hospitalar, a família comunicou à equipe o seu retorno à casa, porém relatou não saber muitas informações relativas ao período da internação e não ter recebido documento com sumário de alta da paciente nem exames realizados no hospital. A equipe agora enfrentaria dificuldades para continuar os cuidados da paciente, que também não sabia relatar o que aconteceu. Com base nesse caso e considerando os atributos da atenção primária à saúde, é correto afirmar:
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