SMS Foz do Iguaçu - Secretaria Municipal de Saúde (PR) — Prova 2025
Em relação à hanseníase e as ações na atenção básica, sobre a recuperação e reabilitação em saúde, é uma atribuição específica e exclusiva do médico:
Hanseníase: Diagnóstico e classificação das formas clínicas são atribuições EXCLUSIVAS do médico na atenção básica.
O médico é o único profissional habilitado para realizar o diagnóstico definitivo da hanseníase e sua classificação em formas clínicas (paucibacilar ou multibacilar), o que é crucial para definir o esquema terapêutico adequado. Outras ações podem ser compartilhadas com a equipe multiprofissional.
A hanseníase, uma doença infecciosa crônica causada pelo Mycobacterium leprae, ainda representa um desafio de saúde pública no Brasil. A atenção básica é a porta de entrada e o principal cenário para o controle da doença, abrangendo desde a busca ativa de casos até o tratamento e a reabilitação. A atuação da equipe multiprofissional é fundamental, mas algumas atribuições são específicas de cada categoria profissional. O diagnóstico da hanseníase é essencialmente clínico e epidemiológico, baseado no exame dermatoneurológico. A classificação das formas clínicas (paucibacilar e multibacilar) é crucial para a definição do esquema terapêutico e prognóstico. O médico é o profissional legalmente habilitado e com a expertise necessária para realizar o diagnóstico definitivo e a classificação, diferenciando a hanseníase de outras dermatoneuropatias. O tratamento da hanseníase é feito com politerapia, e a recuperação e reabilitação são processos contínuos que visam minimizar as incapacidades. Enquanto muitas ações de reabilitação e acompanhamento podem ser realizadas por outros membros da equipe de saúde, a decisão diagnóstica e a classificação da doença permanecem como responsabilidades exclusivas do médico, garantindo a precisão e a adequação do manejo.
O médico é o único responsável pelo diagnóstico da hanseníase e pela classificação das formas clínicas (paucibacilar ou multibacilar), fundamentais para o tratamento.
A classificação correta em paucibacilar ou multibacilar determina o esquema terapêutico e a duração do tratamento, sendo crucial para o sucesso da terapia e prevenção de complicações.
O teste de Mitsuda avalia a resposta imune celular ao Mycobacterium leprae, mas não é diagnóstico. É um marcador de imunidade e pode auxiliar na classificação, mas não substitui o diagnóstico clínico-laboratorial.
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