Icterícia Colestática Neonatal: Diagnóstico e Manejo

INTO - Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (RJ) — Prova 2024

Enunciado

Lactente de 1 mês foi trazido pela mãe para consulta pois a mesma acha que seu filho “está pálido”. Ela relata que o filho nasceu a termo, está em aleitamento materno exclusivo e com boa aceitação, mas que notou mudança na cor da pele há 15 dias. Na história do parto, não há dados que sugiram qualquer complicação. Além da “palidez”, a mãe refere que a urina do bebê está com cor de mate e as fezes parecem uma “massinha branca”. A mãe nega febre ou quaisquer outras alterações dignas de nota. Ao examinar a criança, você percebe que a “palidez”, na verdade, é uma icterícia (zona 5 de Kramer) e decide coletar exames laboratoriais. Chama atenção uma bilirrubina total de 20mg/dL com bilirrubina indireta de 2mg/dL. Com base no caso, a conduta seguinte é:

Alternativas

  1. A) Internar a criança e iniciar ampicilina + sulbactam, pois esta criança tem colangite.
  2. B) Orientar a mãe que se trata de icterícia do leite materno e que a amamentação deve ser suspensa temporariamente para melhora do quadro.
  3. C) Informar a mãe que o diagnósco é icterícia da amamentação e que seu filho deve ser internado para realização de fototerapia.
  4. D) Internar a criança e solicitar parecer do geneticista, já que a hipótese mais provável é a síndrome de Crigler-Najjar.
  5. E) Internar a criança para investigação e solicitar exames de imagem para descartar atresia de vias biliares.

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