Atresia de Esôfago Fetal: Sinais Ultrassonográficos e Polidrâmnio

MedEvo Simulado — Prova 2026

Enunciado

Uma gestante de 28 anos, primigesta, com 31 semanas de idade gestacional confirmada por ultrassonografia de primeiro trimestre, comparece à consulta de pré-natal queixando-se de crescimento abdominal acelerado nas últimas duas semanas e desconforto respiratório leve ao deitar. Ao exame físico, apresenta altura uterina de 35 cm, compatível com volume uterino acima do esperado para a idade gestacional. Realizou ultrassonografia obstétrica morfológica que revelou feto em crescimento adequado para a idade gestacional, porém com Índice de Líquido Amniótico (ILA) de 27 cm e maior bolsão vertical de 9,5 cm. Durante a avaliação detalhada da anatomia fetal, o examinador relata a impossibilidade de visualizar a câmara gástrica fetal, apesar de observações repetidas durante o exame. Com base nos achados ultrassonográficos e clínicos, a hipótese diagnóstica mais provável para a causa da alteração do líquido amniótico é:

Alternativas

  1. A) Diabetes Mellitus Gestacional
  2. B) Agenesia renal bilateral
  3. C) Atresia duodenal
  4. D) Atresia de esôfago

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