Atresia de Esôfago Tipo C: Diagnóstico e Conduta Neonatal
UNESP/HCFMB - Hospital das Clínicas de Botucatu (SP) — Prova 2025
Enunciado
RN a termo, com 3 200 g ao nascimento. Mãe não realizou o pré-natal adequadamente. Nos cuidados de recepção ao RN, observou-se salivação intensa e certo desconforto respiratório. Foi tentada lavagem gástrica, mas não foi possível a progressão da sonda orogástrica. RN manteve-se estável durante todo o tempo. Rx de abdome: distribuição de ar sem alterações. O diagnóstico e a conduta são, respectivamente:
Alternativas
A) Atresia de esôfago tipo B de Gross, com fístula proximal; sonda orogástrica aberta e encaminhar para cirurgia.
B) Atresia duodenal; US abdome, sonda orgástrica aberta e encaminhar para cirurgia.
C) Atresia de esôfago tipo C de Gross, com fístula distal; contrastado com bário, sonda em aspiração contínua e encaminhar para cirurgia.
D) Estenose hipertrófica de piloro; trânsito intestinal e realização de piloromiotomia.
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