Baixa Estatura: Diagnóstico e Manejo do Atraso Constitucional

UFMS/HUMAP - Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian - Campo Grande (MS) — Prova 2019

Enunciado

Criança, sexo masculino, 12 anos de idade cronológica, em consulta médica ambulatorial, acompanhado de seus pais, queixando-se de que é um dos mais baixos na sala de aula. É filho de pais não consanguíneos, tem exames laboratoriais (hemograma,glicemia, uréia, creatinina, cálcio, fósforo, fosfatase alcalina, TSH, T4 livre, IGF-1, zinco, EAS e exame de fezes) normais, sua velocidade de crescimento foi de 5cm no último ano, idade óssea atrasada (corresponde a de um menino de 9 anos e meio), sem evidências de problemas psicossociais. Menarca materna ocorreu aos 15 anos. Ao exame físico, apresenta proporções corporais normais, estatura <2 desvios padrões para idade cronológica (idade estatural de 9 anos e 8 meses de idade) e desenvolvimento puberal de Tanner G1P1. Os pais se encontram no percentil 50 de estatura. A conduta médica a ser tomada nesse caso é:

Alternativas

  1. A) Solicitar teste de estímulo para ver secreção do hormônio de crescimento 
  2. B) Manter acompanhamento clínico e da velocidade de crescimento a cada 6 meses
  3. C) Iniciar tratamento com somatropina humana recombinante injetável
  4. D) Solicitar RNM de sela túrcica

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