Paciente, 31 anos, G5P4NA0, IG: 37 semanas, hipertensa crônica em uso de metildopa 2 g/dia, soropositiva para o vírus HIV, fez uso do esquema tríplice no pré-natal, carga viral de 1500 cópias/mL realizada com 30 semanas. Admitida em maternidade em expulsivo e, após a dequitação espontânea da placenta, evoluiu com atonia uterina. Evolui com FC: 146 bpm e PA: 90 X 50 mmHg. O manejo adequado dessa paciente está corretamente descrito em:
Alternativas
A) Acesso venoso periférico calibroso, hidratação com dois litros de solução fisiólogica, coleta de exames laboratorias, massagem uterina, ocitocina 20 UI endovenosa, metilergometrina 0,2 mg intramuscular e ácido tranexâmico 1 g endovenoso e misoprostol 800 mcg via retal. O índice de choque está normal, portanto, não é necessário preocupação com reserva de hemoderivados.
B) Acesso venoso periférico calibroso, coleta exames laboratoriais, massagem uterina, hidratação endovenosa, ocitocina 20 UI endovenosa, ácido tranexâmico 1 g endovenoso e misoprostol 800 mcg via retal. Deve-se ter atenção à necessidade de transfusão maciça de hemoderivados por causa do índice de choque elevado.
C) Acesso venoso periférico, coleta exames laboratoriais, hidratação vigorosa, massagem uterina, ocitocina 20 UI endovenoso, metilergometrina 0,2 mg intramuscular e ácido tranexamico 1 g endovenoso. O misoprostol é contraindicado em paciente hipertensa. O índice de choque está elevado, solicitar hemoderivados.
D) Acesso venoso periférico, coleta exames laboratoriais, hidratação vigorosa, massagem uterina, ocitocina 20 UI endovenosa e misoprostol 200 mcg via retal. O ácido tranexâmico é contraindicado em paciente hipertensa e soropositiva. O índice de choque está normal, não é necessário solicitar hemoderivados.
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