SMS-RJ - Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro — Prova 2024
Paciente de 26 anos de idade veio à consulta de ginecologia, com laudo citológico de colo uterino que evidenciou atipias em células glandulares. A conduta inicial preconizada é:
Citologia com Atipias em Células Glandulares (AGC) → SEMPRE exige colposcopia com biópsia endocervical.
Atipias em células glandulares (AGC) na citologia cervical são achados menos comuns que as atipias escamosas, mas representam um risco maior para lesões pré-malignas ou malignas, incluindo adenocarcinoma in situ e adenocarcinoma invasivo. A conduta inicial preconizada é a colposcopia, complementada por biópsia endocervical e, se necessário, curetagem endocervical, para uma avaliação completa.
As atipias em células glandulares (AGC) na citologia cervical são achados menos frequentes que as atipias escamosas, mas representam um risco significativo para lesões pré-malignas ou malignas do colo uterino, incluindo o adenocarcinoma in situ (AIS) e o adenocarcinoma invasivo. A importância clínica reside na necessidade de uma investigação aprofundada devido ao potencial de doença grave e à dificuldade de detecção. A fisiopatologia das lesões glandulares, embora também associada ao HPV, pode ser mais complexa e as lesões tendem a ser mais difíceis de visualizar e diagnosticar apenas pela citologia. O diagnóstico requer uma avaliação mais invasiva e direcionada. A suspeita de AGC exige uma abordagem diagnóstica imediata e completa para evitar a progressão da doença. A conduta inicial preconizada para AGC é a colposcopia, que deve ser complementada com biópsias direcionadas de qualquer área suspeita e, crucialmente, com biópsia endocervical e/ou curetagem endocervical, uma vez que as lesões glandulares frequentemente se originam no canal endocervical. A conização pode ser necessária se houver suspeita de AIS ou adenocarcinoma invasivo. O acompanhamento rigoroso é essencial devido à complexidade dessas lesões.
AGC refere-se a alterações nas células glandulares do colo uterino que não são claramente benignas nem malignas, mas que podem indicar a presença de lesões pré-malignas ou malignas, como adenocarcinoma in situ ou invasivo, exigindo investigação aprofundada.
A conduta inicial é a colposcopia, que permite visualizar o colo uterino e realizar biópsias direcionadas. É fundamental também realizar biópsia endocervical e/ou curetagem endocervical, pois as lesões glandulares podem estar localizadas no canal endocervical.
As lesões glandulares são menos comuns, mas tendem a ser mais difíceis de diagnosticar e podem estar associadas a um maior risco de câncer invasivo, incluindo adenocarcinomas, que podem ter um prognóstico pior se não detectados precocemente.
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