SMA Volta Redonda - Secretaria Municipal de Saúde (RJ) — Prova 2018
A respeito do preenchimento dos atestados de óbito, marque a afirmativa INCORRETA:
Atestado de óbito: preenchimento manual com caneta esferográfica é padrão, não à máquina.
O preenchimento do atestado de óbito deve ser feito de forma legível, preferencialmente em letra de forma e com caneta esferográfica, mas não necessariamente à máquina, e é crucial evitar rasuras e campos em branco para garantir a validade legal e epidemiológica do documento.
O atestado de óbito, também conhecido como Declaração de Óbito (DO), é um documento médico-legal de extrema importância, com implicações civis, previdenciárias, sanitárias e epidemiológicas. Seu preenchimento correto é uma responsabilidade ética e legal do médico, e erros podem acarretar sérias consequências. As normas para o preenchimento são estabelecidas por órgãos como o Conselho Federal de Medicina (CFM) e o Ministério da Saúde. Entre as diretrizes fundamentais, destaca-se a necessidade de atestar todos os óbitos, incluindo os fetais, e de preencher o documento de forma legível, preferencialmente em letra de forma, utilizando caneta esferográfica. A afirmativa de que o preenchimento deve ser feito "à máquina" é a incorreta, pois, embora a digitação seja possível em alguns sistemas, o preenchimento manual com caneta é amplamente aceito e, por vezes, necessário. É crucial evitar deixar campos em branco, utilizando "ignorado" ou um traço quando a informação não for conhecida ou aplicável, e jamais assinar o documento em branco ou com declarações pré-assinadas. A precisão na descrição das causas da morte, seguindo a sequência fisiopatológica que levou ao óbito, é vital para as estatísticas de saúde pública. O médico deve sempre evitar emendas ou rasuras, e em caso de erro, deve-se inutilizar o documento e preencher um novo. A compreensão dessas diretrizes é essencial para todos os médicos, especialmente residentes, que frequentemente se deparam com a tarefa de preencher atestados de óbito em sua prática diária.
O médico que assistiu o paciente ou, na sua ausência, o médico que constatou o óbito. Em casos de morte violenta ou suspeita, o médico legista.
Dados do falecido, local e data do óbito, causas da morte (sequência fisiopatológica), dados do declarante e do médico.
O atestado de óbito é um documento legal e epidemiológico crucial para fins civis, previdenciários, estatísticos e de saúde pública, exigindo precisão e conformidade com as normas.
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