PUC-PR Saúde - Pontifícia Universidade Católica do Paraná — Prova 2025
Um médico recém-formado atende em uma Unidade Básica de Saúde e, após uma consulta, emite um atestado médico para um paciente que precisa se ausentar do trabalho por 7 dias devido a uma infecção viral. O paciente autoriza a emissão do atestado digital pela plataforma “Atesta CFM”, que é automaticamente enviada à empresa. Alguns dias depois, o médico recebe uma notificação de que a empresa contestou a autenticidade do documento, alegando suspeita de fraude. O médico revisa o documento no Atesta CFM e confirma que foi emitido CORRETAMENTE.Com base nas novas regras para emissão de atestados médicos, segundo a Resolução CFM no 2.382/24 e a plataforma Atesta CFM, qual a conduta mais apropriada neste caso?
Atestado digital contestado → Revisar, reenviar via Atesta CFM e notificar empresa/paciente para garantir autenticidade.
A Resolução CFM nº 2.382/24 e a plataforma Atesta CFM visam garantir a segurança e autenticidade dos atestados médicos digitais. Em caso de contestação, o médico deve utilizar os recursos da própria plataforma para revalidar e comunicar as partes, mantendo a rastreabilidade do documento.
A emissão de atestados médicos é uma prática rotineira e essencial na medicina, mas que exige rigor ético e legal. Com a digitalização dos processos, a Resolução CFM nº 2.382/24 e a plataforma Atesta CFM foram criadas para modernizar e garantir a segurança jurídica e a autenticidade desses documentos, prevenindo fraudes e facilitando a verificação por parte das empresas e instituições. É fundamental que o médico esteja atualizado sobre essas normativas para evitar problemas e assegurar a validade de seus atos. A plataforma Atesta CFM funciona como um repositório seguro e um validador de atestados digitais, permitindo que o médico emita o documento com sua assinatura digital certificada e que o paciente ou a empresa verifique sua autenticidade. Esse sistema confere maior transparência e rastreabilidade ao processo, minimizando a ocorrência de atestados falsificados e protegendo tanto o médico quanto o paciente e a empresa. Em situações de contestação, como a descrita na questão, a conduta correta é utilizar os próprios mecanismos da plataforma Atesta CFM. O médico deve revisar o documento, confirmar sua emissão correta e, se necessário, reenviá-lo pelo sistema, comunicando as partes envolvidas. Isso reforça a validade do atestado digital e demonstra a conformidade do médico com as normativas do Conselho Federal de Medicina.
A plataforma Atesta CFM utiliza mecanismos de segurança digital, como certificação e criptografia, para garantir a integridade e autenticidade dos atestados médicos emitidos, tornando-os rastreáveis e verificáveis.
A Resolução CFM nº 2.382/24 regulamenta a emissão de atestados médicos em formato digital, estabelecendo diretrizes para sua validade legal, segurança e os procedimentos que médicos e pacientes devem seguir, modernizando a prática.
O médico deve revisar o atestado na plataforma Atesta CFM, confirmar sua correta emissão e, se necessário, reenviá-lo pelo sistema, notificando a empresa e o paciente para assegurar a rastreabilidade e revalidar o documento.
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