HGNI - Hospital Geral de Nova Iguaçu (Hospital da Posse) (RJ) — Prova 2015
O atendimento às mulheres vítimas de violência sexual que procuram o serviço nas primeiras 72 horas após a violência, conforme o programa nacional do Ministério da Saúde é correto afirmar:
Violência sexual (até 72h) → Profilaxia universal para DST, HIV e gravidez.
O protocolo do Ministério da Saúde preconiza a profilaxia medicamentosa para DST, HIV e gravidez indesejada para todas as vítimas de violência sexual que buscam atendimento nas primeiras 72 horas, independentemente da evidência de lesões ou DST prévia, visando a máxima proteção.
O atendimento à mulher vítima de violência sexual é uma emergência médica e social, exigindo uma abordagem humanizada e integral. No Brasil, o Ministério da Saúde estabelece diretrizes claras para a assistência, visando minimizar os danos físicos e psicológicos e prevenir agravos à saúde, como infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e gravidez indesejada. A janela de 72 horas após o evento é crítica para a eficácia da profilaxia. A profilaxia pós-exposição (PEP) para HIV, sífilis, gonorreia e clamídia, juntamente com a anticoncepção de emergência, deve ser oferecida a todas as vítimas de violência sexual que buscam atendimento dentro desse período. Essa abordagem universal é fundamental, pois a ausência de lesões visíveis não exclui o risco de transmissão de ISTs ou gravidez. O tratamento é empírico e visa cobrir os patógenos mais comuns, sendo crucial para a saúde futura da paciente. Além da profilaxia medicamentosa, o atendimento deve incluir acolhimento psicológico, coleta de evidências forenses (se desejado pela vítima e dentro do prazo legal), vacinação (tétano, hepatite B), e acompanhamento ambulatorial para monitoramento e suporte contínuo. A adesão ao tratamento e o retorno para seguimento são desafios, reforçando a importância de uma comunicação clara e empática sobre os benefícios da profilaxia e a necessidade de acompanhamento.
A profilaxia medicamentosa para DST, HIV e gravidez indesejada deve ser iniciada preferencialmente nas primeiras 72 horas após a violência sexual para maior eficácia.
A profilaxia abrange DSTs como sífilis, gonorreia, clamídia, além de HIV e anticoncepção de emergência para prevenir gravidez indesejada.
Sim, o protocolo do Ministério da Saúde recomenda a profilaxia universal para todas as mulheres vítimas de violência sexual que procuram o serviço dentro do período de 72 horas, independentemente de achados no exame físico.
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