SMS São José do Rio Preto - Secretaria Municipal de Saúde (SP) — Prova 2024
Um homem de 20 anos cai de uma altura de 6 metros, de um poste de telefone em que estava trabalhando. Na UPA, ele apresenta uma deformidade evidente da perna esquerda e uma laceração de 3 cm na face medial da raiz da coxa, com sangramento profuso. Sua pressão arterial é de 80/60 mmHg e a frequência cardíaca de 130 batimentos por minuto. O atendimento imediato deste paciente deve incluir:
Paciente traumatizado com sangramento profuso e choque (PA 80/60, FC 130) → controle imediato da hemorragia por compressão direta.
Em um paciente traumatizado com sangramento profuso e sinais de choque hipovolêmico (hipotensão, taquicardia), a prioridade absoluta no atendimento inicial é o controle imediato da hemorragia externa, que pode ser feito por compressão direta do ferimento.
O atendimento ao paciente politraumatizado é uma emergência médica que exige uma abordagem sistemática e rápida para identificar e tratar lesões com risco de vida. O Advanced Trauma Life Support (ATLS) estabelece uma sequência de prioridades (ABCDE) que visa estabilizar o paciente e prevenir a morte. Em casos de trauma grave com sangramento profuso, como o descrito, a hemorragia é a principal causa de morte evitável e, portanto, seu controle é a prioridade máxima. A fisiopatologia do choque hipovolêmico, presente no paciente com PA 80/60 mmHg e FC 130 bpm, é a perda aguda de volume sanguíneo, que leva à redução da perfusão tecidual e oxigenação celular inadequada. O sangramento profuso de uma laceração na raiz da coxa, uma região com grandes vasos, pode rapidamente levar a uma perda volêmica significativa. Ignorar o controle da hemorragia em favor de outras intervenções, como imobilização de fraturas ou exploração do ferimento, pode ser fatal. O tratamento imediato de um paciente traumatizado com sangramento profuso e choque hipovolêmico deve seguir a prioridade do controle da hemorragia. A compressão direta do ferimento sangrante é a medida mais rápida e eficaz para estancar o fluxo sanguíneo. Após o controle inicial da hemorragia, outras etapas do ATLS, como a avaliação da via aérea, respiração, circulação (com reposição volêmica), e avaliação neurológica e exposição, devem ser realizadas. A instalação de tala de tração, redução de fratura ou exploração cirúrgica são importantes, mas secundárias ao controle da hemorragia e à estabilização hemodinâmica inicial. O prognóstico depende da rapidez e eficácia do atendimento inicial.
A primeira prioridade é o controle imediato da hemorragia externa, geralmente por compressão direta do ferimento, para prevenir a progressão do choque hipovolêmico.
Sinais incluem hipotensão (PA baixa), taquicardia, taquipneia, pele fria e pegajosa, tempo de enchimento capilar prolongado, alteração do nível de consciência e oligúria.
A compressão direta é uma medida simples e eficaz que pode ser realizada imediatamente no local do trauma ou na sala de emergência para reduzir ou estancar o sangramento, ganhando tempo para outras intervenções.
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