UFF/HUAP - Hospital Universitário Antônio Pedro - Niterói (RJ) — Prova 2016
Dentro das Diretrizes Nacionais para a Atenção à Saúde das Pessoas Ostomizadas no âmbito do SUS, na rede de atenção básica deverão ser realizadas ações de:
Atenção Básica para ostomizados → foco em orientação para autocuidado e prevenção de complicações.
Na Atenção Básica, o cuidado à pessoa ostomizada prioriza a educação em saúde, capacitando o paciente e seus cuidadores para o manejo da estomia, identificação precoce de problemas e prevenção de complicações, garantindo autonomia e qualidade de vida.
As Diretrizes Nacionais para a Atenção à Saúde das Pessoas Ostomizadas no âmbito do SUS estabelecem um modelo de cuidado integral, distribuindo responsabilidades entre os diferentes níveis de atenção. A pessoa ostomizada necessita de um acompanhamento contínuo e especializado, que visa não apenas a reabilitação física, mas também a adaptação psicossocial e a melhoria da qualidade de vida. Na rede de atenção básica, o foco principal é a promoção da saúde e a prevenção de agravos. Isso se traduz em ações de educação em saúde, onde a equipe multiprofissional orienta o paciente e seus familiares sobre o manejo da estomia, técnicas de autocuidado, higiene, dieta e identificação precoce de possíveis complicações. A atenção básica atua como porta de entrada e coordenadora do cuidado, encaminhando para serviços especializados quando necessário. É fundamental que os profissionais da atenção básica estejam capacitados para oferecer suporte e informações precisas, empoderando o paciente para o autocuidado. A prevenção de complicações como dermatites periestoma, infecções e hérnias é crucial, e a orientação adequada contribui significativamente para a autonomia e bem-estar da pessoa ostomizada, evitando internações e melhorando a adesão ao tratamento.
O principal papel é a orientação para o autocuidado, a prevenção de complicações relacionadas à estomia e o acompanhamento longitudinal, promovendo a autonomia do paciente.
Não, o fornecimento de equipamentos coletores e adjuvantes é geralmente responsabilidade dos serviços de média e alta complexidade ou centros especializados, não da Atenção Básica.
As orientações incluem técnicas de higiene, troca da bolsa, identificação de sinais de alerta para complicações (irritação da pele, sangramento), dieta e hidratação, e suporte psicossocial.
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