Cuidado Domiciliar: Abrangência e Indicações na Atenção Primária

SUS-RR - Sistema Único de Saúde de Roraima — Prova 2018

Enunciado

O cuidado domiciliar é uma das ferramentas do médico de família e comunidade no sentido do cuidado das pessoas ao longo do tempo. As razões para se acompanhar pessoas em casa são: I. exacerbação de Doença de Alzheimer.; II. supervisão pós-infarto, após alta hospitalar.; III. reabilitação de Acidente Vascular Cerebral.; IV. pessoa com câncer em estágio terminal.; V. avaliação de pessoa para decidir internação hospitalar. É correto o que está contido em:

Alternativas

  1. A) I, III, IV e V, apenas. 
  2. B) II, IV e V, apenas.
  3. C) I, II, III e IV, apenas. 
  4. D) I, II, III, IV e V.

Pérola Clínica

Cuidado domiciliar abrange desde exacerbações agudas até cuidados paliativos e avaliações para internação.

Resumo-Chave

O cuidado domiciliar é uma ferramenta abrangente do médico de família, essencial para pacientes com doenças crônicas descompensadas (Alzheimer), em reabilitação (AVC, pós-infarto), em cuidados paliativos (câncer terminal) e para avaliação de necessidade de internação.

Contexto Educacional

O cuidado domiciliar, ou atenção domiciliar, é uma estratégia fundamental na Atenção Primária à Saúde, especialmente na prática do médico de família e comunidade. Ele permite uma visão holística do paciente em seu ambiente, considerando fatores sociais, familiares e ambientais que impactam a saúde. Essa modalidade de cuidado é essencial para a longitudinalidade e integralidade da assistência. As razões para a realização de visitas domiciliares são diversas e abrangem um amplo espectro de necessidades clínicas. Isso inclui o acompanhamento de pacientes com doenças crônicas em exacerbação (como a Doença de Alzheimer), a supervisão e reabilitação pós-eventos agudos (como infarto agudo do miocárdio ou acidente vascular cerebral), e o suporte a pacientes em estágio terminal, oferecendo cuidados paliativos que visam conforto e qualidade de vida. Além disso, a visita domiciliar é uma ferramenta valiosa para a avaliação de pacientes que podem necessitar de internação hospitalar, permitindo uma decisão mais informada e, em alguns casos, evitando hospitalizações desnecessárias. O cuidado domiciliar fortalece o vínculo entre paciente, família e equipe de saúde, promovendo a autonomia e a qualidade de vida.

Perguntas Frequentes

Quais são as principais indicações para o cuidado domiciliar?

As indicações são amplas, incluindo pacientes com doenças crônicas descompensadas (ex: Alzheimer), em reabilitação (pós-AVC, pós-infarto), em cuidados paliativos (câncer terminal) e para avaliação da necessidade de internação hospitalar.

Qual o papel do médico de família no cuidado domiciliar?

O médico de família atua na coordenação do cuidado, realizando visitas, avaliando o paciente no seu contexto, ajustando planos terapêuticos, orientando familiares e articulando com outros níveis de atenção.

O cuidado domiciliar pode evitar internações hospitalares?

Sim, em muitos casos, uma avaliação e intervenção precoces no domicílio podem prevenir a necessidade de internação hospitalar, especialmente para pacientes com condições crônicas ou em fase de reabilitação.

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