UFCG/HUAC - Hospital Universitário Alcides Carneiro - Campina Grande (PB) — Prova 2017
Até o final dos anos 70, o sarampo era uma das principais causas de morte no Brasil, dentre as doenças infectocontagiosas, principalmente em menores de 5 anos. Em 2011, por exemplo, foram confirmados 43 casos espalhados pelo país. Já em Pernambuco, em 2013, registraram-se 200 casos. Em 2015, um surto no Ceará foi considerado uma extensão do que aconteceu em Pernambuco e a incidência chegou a 349,6 habitantes por 100 mil habitantes. Sobre o sarampo, portanto, podemos afirmar, EXCETO, que:
Cobertura vacinal para sarampo > 95% é crucial para imunidade de rebanho, não 70%.
A alternativa B está incorreta porque a cobertura vacinal para sarampo deve ser de pelo menos 95% para garantir a imunidade de rebanho e prevenir surtos. Além disso, a vacinação é a principal, mas não a 'única' forma de prevenção, pois medidas de isolamento também são importantes em casos de doença.
O sarampo, causado pelo vírus Morbillivirus, é uma doença infecciosa aguda, viral e extremamente contagiosa, transmitida por via respiratória. Antes da vacinação em massa, era uma das principais causas de mortalidade infantil no Brasil. A reemergência de casos e surtos em anos recentes, como os mencionados em Pernambuco e Ceará, ressalta a importância da vigilância epidemiológica e da manutenção de altas coberturas vacinais. A prevenção do sarampo é primariamente realizada pela vacinação. O esquema vacinal recomendado no Brasil inclui a primeira dose da vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) aos 12 meses de vida, e um reforço com a vacina tetra viral (que adiciona proteção contra varicela) aos 15 meses. Para que a imunidade de rebanho seja efetiva e a circulação do vírus seja interrompida, é fundamental que a cobertura vacinal atinja e se mantenha acima de 95% da população-alvo. Os sintomas iniciais do sarampo incluem febre, tosse persistente, irritação ocular e coriza, seguidos pelo aparecimento de manchas avermelhadas (exantema) que progridem do rosto para o corpo. A doença pode evoluir com complicações graves como pneumonia, otite média, diarreia e encefalite, podendo levar ao óbito, especialmente em crianças desnutridas ou imunocomprometidas. A manutenção de altas coberturas vacinais é a estratégia mais eficaz para evitar a reintrodução e disseminação do vírus, garantindo a proteção da comunidade.
A primeira dose da vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) é aplicada aos 12 meses, com um reforço da tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela) aos 15 meses de idade.
Para o sarampo, que é uma doença altamente contagiosa, a cobertura vacinal ideal para garantir a imunidade de rebanho e prevenir surtos é de 95% ou mais da população.
Os sintomas iniciais incluem febre alta, tosse, coriza e conjuntivite, seguidos pelo exantema maculopapular que se espalha pelo corpo. As complicações podem ser graves, como pneumonia, otite média, encefalite e até morte.
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