Ataque Isquêmico Transitório (AIT): Diagnóstico e Manejo

UFRN/HUOL - Hospital Universitário Onofre Lopes - Natal (RN) — Prova 2018

Enunciado

Um paciente do sexo masculino, 68 anos de idade, hipertenso de longa data, tabagista por 50 anos e com diabetes mellitus diagnosticada há 20 anos, chega ao serviço de pronto atendimento com relato de que, ao ter iniciado atividade física com membro superior esquerdo, apresentou tonteira seguida por síncope e de que não se recorda bem do que aconteceu. Os acompanhantes informaram que ele apresentou fala arrastada e desvio da comissura labial. Porém, após 6 horas de observação no serviço de pronto atendimento, todas as alterações já haviam se normalizado. Foram solicitados, à admissão, glicemia capilar, que revelou 86 mg/dl; tomografia computadorizada do encéfalo, que se mostrou normal e duplex scan de carótidas e vertebrais, que revelou ateromatose carotídea bilateral com placas ulceradas, com inversão de fluxo sisto/diastólico, contínuo, em artéria vertebral esquerda. A artéria vertebral direita apresentava-se com fluxo ascendente, com velocidade normal. O diagnóstico mais provável para a situação clínica aguda apresentada pelo paciente é:

Alternativas

  1. A) Ataque cerebral hipoglicêmico.
  2. B) Acidente vascular encefálico hemorrágico.
  3. C) Acidente vascular encefálico trombótico.
  4. D) Ataque isquêmico cerebral transitório.

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